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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

'Finja que não pode respirar': sírio expõe como terroristas chefiaram falso ataque químico

Ameaçado pelos militantes, um médico prisioneiro foi "forçado a encher seringas, fingindo que estava nos injetando para nos reanimar", diz um homem que durante anos foi refém do grupo terrorista Jaish al-Islam.


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Um sírio, libertado segunda-feira na cidade de Douma (província de Ghouta Oriental) do cativeiro imposto pelo grupo Jaish al-Islam, explicou para a agência Ruptly como em 2015 os jihadistas o forçaram a encenar uma situação, que seria filmada, em que ele foi alegadamente vítima de um ataque com armas químicas.


Voluntários praticam resposta a ataque químico, Aleppo, Síria
Treinamento contra ataque químico em Aleppo, Síria © AFP 2018 / Jim Lopez

"Fomos [a Douma] e [Jaish al-Islam] nos reuniu e nos obrigou a tirar nossas camisas, dizendo que ‘o exército estava prestes a usar armas químicas'", disse Mohamed Khudr Mousa na quarta-feira (11).

"Deve fingir que armas químicas foram usadas contra você e que não pode respirar, derramaremos água em você para reanimar", lembra o homem sobre as ordens de seus sequestradores.

Mousa disse que um médico, também prisioneiro do grupo militante, foi "forçado a encher seringas, fingindo que estava nos injetando para nos reanimar".

"Eles [os membros do Jaish al-Islam] derramaram água sobre nós e nos forçaram a fingir que estávamos inconscientes, de acordo com suas ordens, então trouxeram uma câmera e nos filmaram", relatou. Em um comentário posterior, ele admitiu não saber se o vídeo em questão foi publicado.

A agência Ruptly, por sua vez, declarou não poder verificar a autenticidade da história.

De acordo com suas palavras, Khudr Mousa foi sequestrado em Adra, uma cidade perto de Damasco, em dezembro de 2013. Ele foi libertado na segunda-feira (9), como parte de um acordo entre o governo sírio e as forças militantes. Sua família e amigos lhe deram uma recepção de herói em sua cidade natal, Salamiyah, nesta quarta-feira (11).

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