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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Fonte relata ataques de foguetes contra centro de Damasco

Neste sábado (7), a praça da Mesquita dos Omíadas e a área onde antigamente se situava a filial da Sputnik foram atingidas por foguetes, comunicou uma fonte familiarizada com a situação. Como resultado, ao menos 5 pessoas morreram e 30 ficaram feridas.


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"Um projétil explodiu perto da antiga filial da Sputnik no centro de Damasco, vários outros foguetes explodiram na praça da Mesquita dos Omíadas. Segundo dados médicos, 5 pessoas morreram e 30 ficaram feridas", comunicou a fonte.


Fumaça após um alegado ataque aéreo nos bairros controlados por rebeldes no Leste de Damasco, na Síria (foto de arquivo)
Fumaça após ataque a bairro de Damasco © AFP 2018/ Amer Almohibany

De acordo com militares sírios, os ataques foram realizados por radicais do grupo Jaysh al-Islam a partir da cidade de Douma, situada em Ghouta Oriental.

Na sexta-feira (6) à noite, na cidade de Douma, os terroristas violaram os acordos fechados com o exército sírio com a mediação do Centro Russo de Reconciliação, ao abrir fogo contra o corredor humanitário em Muhayam al-Wafedin, bem como contra o centro de Damasco e os subúrbios da capital síria.

Em resposta, o exército sírio levou a cabo vários ataques contra alvos terroristas na cidade de Douma.

A cidade de Douma permanece o último bastião dos terroristas em Ghouta Oriental. Graças aos acordos fechados anteriormente entre o exército sírio e os radicais, de Douma foram retirados todos os combatentes do grupo Failak ar-Rahman e suas famílias, transportados à província de Idlib. A segurança da retirada foi garantida por militares russos e sírios. No fim da semana, vários grupos de combatentes do Jaysh al-Islam abandonaram Douma e foram transportados para a cidade de Jarabulus.

Nesta sexta-feira (6), fontes do serviço de segurança sírio informaram sobre a prontidão dos combatentes de fechar o acordo e acertar todas as condições com o exército sírio.

Contudo, ao realizar ataques contra Damasco que causaram novas vítimas, ao recusar entregar ao governo sequestrados e presos, os combatentes do Jaysh al-Islam acabaram com as conversações e com a trégua. Em resposta, as tropas governamentais sírias iniciaram uma operação terrestre para eliminar os terroristas e libertar presos e civis.

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