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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Forças Armadas ajudarão no combate a roubo de veículos no Rio

A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro informou hoje (13) que a operação Dínamo, iniciada na noite de ontem em vários pontos da cidade, será realizada de forma constante. 


Douglas Corrêa (*) | Agência Brasil

A operação tem a característica de ações simultâneas e integradas em regiões onde os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) indicam a concentração de ocorrências como roubos de veículos. Ontem, o patrulhamento foi realizado nas zonas norte, sul e oeste da cidade do Rio e também na Baixada Fluminense e em São Gonçalo, na região metropolitana.


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Reprodução

Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança as ações podem ocorrer a qualquer momento, mas não necessariamente serão diárias e sempre se darão de forma conjunta, com as Forças Armadas, polícias civil e militar, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança.

A secretaria não divulgou um balanço sobre o primeiro dia da operação e informou ainda que a meta é prevenir os crimes de roubo, de acordo com a mancha criminal que indica as principais regiões onde ocorrem com maior incidência.

O secretário de Segurança, general Richard Nunes, disse que “este é um momento de virada. Nós precisamos ter um comportamento que indique claramente que queremos sair dessa situação de criminalidade". Para ele, "o crime de roubo de veículos é emblemático. A operação é um sinal claro para a sociedade de que as coisas estão mudando e vão mudar cada vez mais. Essa operação vai ser trabalhada com planejamento criterioso, no momento e local oportunos. Vamos atuar onde se indica claramente que a nossa presença evita que esse crime ocorra", disse Nunes.

*Colaborou Raquel Junia, repórter do Radiojornalismo.

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