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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Forças de Israel ferem mais 30 palestinos em protestos na fronteira com Gaza

Soldados de Israel feriram 30 palestinos a tiros durante um grande protesto na fronteira entre Gaza e Israel nesta sexta-feira, durante o qual manifestantes atiraram pedras e pneus em chamas perto da cerca da divisa, disseram médicos palestinos.


Por Nidal al-Mughrabi | Reuters

FRONTEIRA DE GAZA (Reuters) - Segundo militares israelenses, do lado de Gaza, alguns atiraram coquetéis molotov e um artefato explosivo.


Resultado de imagem para Manifestante ferido é carregado durante confronto com soldados israelenses na fronteira entre Israel e Gaza
Manifestante ferido é carregado durante confronto com soldados israelenses na fronteira entre Israel e Gaza 13/04/2018 REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

Milhares de palestinos chegaram a acampamentos próximos da fronteira enquanto o protesto apelidado de “A Grande Marcha do Retorno” – que evoca um clamor antigo de refugiados para voltar aos seus lares ancestrais no que hoje é Israel – entrava em sua terceira semana.

Tropas israelenses já mataram 30 palestinos de Gaza a tiros desde o início das manifestações, provocando críticas internacionais contra as táticas letais usadas contra eles.

Um porta-voz militar de Israel disse que os soldados estão sendo confrontados por baderneiros e “respondendo com meios de dispersão de tumulto, e também disparando de acordo com as regras de engajamento”.

Nesta sexta-feira grupos de jovens acenaram com bandeiras palestinas e incendiaram centenas de pneus e bandeiras israelenses perto da divisa cercada depois das orações. Em um acampamento ao leste da Cidade de Gaza, jovens carregaram nos ombros um caixão envolto na bandeira do Estado judeu com as palavras “O Fim de Israel”.

Israel declarou uma zona de interdição perto da cerca da fronteira com Gaza e instalou atiradores de elite em sua extensão.

Nenhum israelense morreu durante os protestos, e grupos de direitos humanos dizem que os militares de Israel vêm usando munição letal contra manifestantes que não representam risco imediato de morte.

Israel afirma estar fazendo o que precisa para defender sua fronteira e para impedir que algum manifestante atravesse a cerca.

O protesto planejado para durar seis semanas ressuscitou uma exigência antiga pelo direito de refugiados palestinos voltarem para as cidades e vilarejos dos quais seus familiares fugiram, ou foram expulsos, quando o Estado de Israel foi criado 70 anos atrás.

O protesto começou em 30 de março e deve terminar em 15 de maio.

Este é o dia em que os palestinos lamentarão o 70º aniversário da “Nakba”, ou “Catástrofe”, quando centenas de milhares de palestinos foram deslocados em meio à violência que culminou na guerra entre o recém-criado Israel e seus vizinhos árabes em maio de 1948.

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