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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Grã-Bretanha, França e Alemanha concordam em apoiar acordo nuclear com Irã

Presidente dos EUA quer alterar acordo de 2015 e retomar sanções ao Irã.


Reuters


Os líderes da Grã-Bretanha, França e Alemanha concordaram que o acordo nuclear com o Irã é o melhor caminho para impedir Teerã de avançar nas armas nucleares, disse o escritório da primeira-ministra britânica, Theresa May, em comunicado neste domingo (29).

Reator nuclear localizado em Busherh, ao sul do Irã (Foto: AP )
Reator nuclear localizado em Busherh, ao sul do Irã (Foto: AP )

May telefonou para os presidentes da França, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, onde eles concordaram que o acordo precisa ser ampliado para cobrir outras áreas, como mísseis balísticos, saber o que acontece quando o acordo expirar e com a atividade regional desestabilizada do Irã, disse o comunicado.

"Eles se comprometeram a continuar trabalhando juntos e com os Estados Unidos sobre como enfrentar a gama de desafios que o Irã representa - incluindo as questões que um novo acordo pode cobrir", disse o comunicado.

Isso vem com o prazo no próximo mês para que o presidente Donald Trump decida se vai restaurar as sanções econômicas dos Estados Unidos em Teerã.

Trump criticou um acordo de 2015 que efetivamente levantou algumas sanções ocidentais contra o Irã em troca de restrições em seu programa nuclear.

O acordo permite que o Irã prossiga no desenvolvimento de seu programa nuclear para fins comerciais, médicos e industriais, em linha com os padrões internacionais de não proliferação de armas atômicas.

Quando o acordo foi alcançado, a inteligência americana estimava que o Irã estaria a três meses de produzir material físsil – capaz de sustentar uma reação em cadeia de fissão nuclear – para uma arma atômica.

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