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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Grã-Bretanha, França e Alemanha concordam em apoiar acordo nuclear com Irã

Presidente dos EUA quer alterar acordo de 2015 e retomar sanções ao Irã.


Reuters


Os líderes da Grã-Bretanha, França e Alemanha concordaram que o acordo nuclear com o Irã é o melhor caminho para impedir Teerã de avançar nas armas nucleares, disse o escritório da primeira-ministra britânica, Theresa May, em comunicado neste domingo (29).

Reator nuclear localizado em Busherh, ao sul do Irã (Foto: AP )
Reator nuclear localizado em Busherh, ao sul do Irã (Foto: AP )

May telefonou para os presidentes da França, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, onde eles concordaram que o acordo precisa ser ampliado para cobrir outras áreas, como mísseis balísticos, saber o que acontece quando o acordo expirar e com a atividade regional desestabilizada do Irã, disse o comunicado.

"Eles se comprometeram a continuar trabalhando juntos e com os Estados Unidos sobre como enfrentar a gama de desafios que o Irã representa - incluindo as questões que um novo acordo pode cobrir", disse o comunicado.

Isso vem com o prazo no próximo mês para que o presidente Donald Trump decida se vai restaurar as sanções econômicas dos Estados Unidos em Teerã.

Trump criticou um acordo de 2015 que efetivamente levantou algumas sanções ocidentais contra o Irã em troca de restrições em seu programa nuclear.

O acordo permite que o Irã prossiga no desenvolvimento de seu programa nuclear para fins comerciais, médicos e industriais, em linha com os padrões internacionais de não proliferação de armas atômicas.

Quando o acordo foi alcançado, a inteligência americana estimava que o Irã estaria a três meses de produzir material físsil – capaz de sustentar uma reação em cadeia de fissão nuclear – para uma arma atômica.

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