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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Iêmen alveja região industrial de Jizan, Arábia Saudita, com míssil balístico

A unidade de mísseis do Exército iemenita e de comitês populares tem como alvo a região industrial de Jizan, no sudoeste da Arábia Saudita, com o míssil balístico "Badr 1" na quinta-feira, informou a Agência de Notícias da República Islâmica (IRNA).


Pars Today

A rede de TV Al-Masirah citou meios de comunicação sauditas dizendo que sons de várias explosões foram ouvidos em Jizan.


Iêmen alveja região industrial de Jizan com míssil balístico
Míssil balístico Badr 1 | Reprodução
Na quarta-feira, o exército iemenita disparou um míssil Badr 1 na cidade econômica de Malek Abdullah e outros alvos na província de Jizan, no sudoeste da Arábia Saudita.

Em março de 2015, a Arábia Saudita em cooperação com alguns outros estados árabes lançou uma agressão militar contra o Iêmen depois de bloquear o país de ar, mar e terra em uma tentativa de retornar ao poder o presidente iemenita deposto Abd-Rabbu Mansour Hadi.

A agressão da coalizão liderada pela Arábia Saudita contra o Iêmen não teve ganhos militares para os agressores, mas trouxe destruição, fome e deslocamento de pessoas para o país empobrecido.

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