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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Inspetores de armas químicas da OPAQ chegam ao local de suposto ataque na Síria

A missão da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) está se dirigindo em Douma, informou neste sábado a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


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"De acordo com as informações fornecidas no sábado pela manhã, a missão especial da OPAQ que investiga o uso de armas químicas partiu para a Duma no suposto local de ataque químico", diz a declaração de Zakharova.


Laboratório químico de militantes na cidade síria de Douma
Laboratório químico dos terroristas encontrado em Douma © Sputnik / Mikhail Voskresensky

A porta-voz notou que a partida ocorreu apenas 11 dias depois que a secretaria técnica da OPAQ recebeu o pedido de Damasco.

"Tais atrasos em tal caso de ressonância, independentemente dos motivos são inaceitáveis, uma vez que a segurança do pessoal da OPAQ foi garantida não só pelo lado sírio, mas também pelo comando do contingente militar russo", disse Zakharova.

A porta-voz salientou que Moscou esperava dos inspetores uma investigação imparcial e observou que as tentativas da OPAQ de visitar menos lugares ligados a ataques químicos e questionar menos testemunhas oculares levantam sérias preocupações.

"Isso demonstra a relutância em lançar luz sobre mais uma provocação inventada com o uso de [gases] tóxicos, que serviram como motivo para o ataque com mísseis dos três países ocidentais membros do Conselho de Segurança da ONU", concluiu a porta-voz.

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