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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Irã enfatiza diálogo regional para a paz sustentável

O Irã sempre ofereceu um diálogo regional para enfrentar os desafios antes de sustentar a paz, de acordo com o ministro das Relações Exteriores do Irã na reunião da ONU sobre a construção da paz e a manutenção da paz.


Pars Today

Em seu discurso na reunião da ONU, Zarif deu as boas-vindas ao tema da reunião, já que o Oriente Médio foi atingido por conflitos mais do que quaisquer outras regiões.


Irã enfatiza diálogo regional para a paz sustentável
Ministro das Relações Exteriores do Irã Mohammad Javad Zarif | Reprodução

Ele enfatizou que a prevenção da guerra requer foco nas causas e origens, incluindo fatores como ocupação, intervenção estrangeira e extremismo.

O ministro das Relações Exteriores iraniano disse que as potências hegemônicas e suas tentativas de obter segurança às custas de outros por meio do monopólio e da criação de blocos regionais intensificam os conflitos e geram corridas armadas.

Ele enfatizou a necessidade de criar uma região poderosa em vez de tentar ser o poder superior na região, instando os países a criar redes de segurança em vez de criar blocos de segurança para alcançar segurança coletiva para todos.

Zarif também destacou que a República Islâmica do Irã nunca busca um jogo de soma zero e se opõe à hegemonia monopolista na região.

O chanceler iraniano pediu aos países da região que mudem suas políticas com base no respeito mútuo e princípios compartilhados, dizendo que a República Islâmica do Irã busca um fórum regional para o diálogo na região do Golfo Pérsico para enfrentar os desafios da paz na região.

Ele também pediu às Nações Unidas para ajudar nesse sentido.

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