Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Irã promete responder ao ataque de Israel contra base síria

O conselheiro sênior do líder supremo iraniano aiatolá Ali Khamenei avisou que o ataque com mísseis contra a base aérea síria T-4 "não ficará sem resposta", comunicou o canal de TV libanês Al-Mayadeen.


Sputnik

O conselheiro do líder supremo iraniano, Ali Akbar Velayati, descreveu o ataque contra a base síria como um "crime de Israel", acrescentando que este "não ficará sem resposta".


Menino sírio anda de bicicleta na cidade velha de Homs, Síria, 26 de fevereiro de 2016
Homs, Síria © AP Photo/ Hassan Ammar

A afirmação foi feita no âmbito da visita do conselheiro à capital síria, Damasco, comunicou o canal de TV libanês Al-Mayadeen, citado pelo jornal The New York Times.

O ministro das Relações Exteriores do Irã condenou o ataque israelense, tendo a agência iraniana informado que no ataque contra a base aérea síria morreram quatro cidadãos iranianos.

Em resposta ao ataque, a chancelaria da Síria enviou uma carta ao secretário-geral da ONU, afirmando que o país tem o direito de "defender seu território, população e soberania por qualquer meio de acordo com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional".

Na segunda-feira (9), a mídia síria informou que a base aérea T-4, localizada na província síria de Homs, foi alvo de um ataque de mísseis.

No mesmo dia, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que o ataque foi realizado por dois caças israelenses F-15 com oito mísseis. Segundo o ministério russo, cinco dos oito mísseis foram abatidos pelo sistema de defesa antimíssil sírio.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas