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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Irã reafirma que não aceita renegociar ou alterar acordo nuclear

O governo do Irã reafirmou nesta terça-feira em Genebra que não aceitará renegociar ou alterar o acordo nuclear firmado em 2015 pelo chamado Grupo 5+1 e acusou os Estados Unidos de agir de forma temerária ao ameaçar deixar o pacto.


EFE

Em uma reunião preparatória para a Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares em 2020, o embaixador do Irã na ONU, Reza Najafi, reiterou o compromisso e a contribuição do país para o desarmamento e chamou o acordo de "êxito histórico".


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Mesquita Sheikh Lotfollah vista do Palácio Ali Qapu na praça de Naqsh-e Jahan, em Esfahan, Irã | Bertha Makaroun - EM/D.A Press

"O Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, em inglês), negociado com China, França, Alemanha, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia (UE), é um sucesso histórico da diplomacia multilateral", afirmou diplomata iraniano.

"A importância vital do JPCOA é um modelo para a solução para questões técnicas e eventualmente complexas, amplamente reconhecido. O Irã implementou plenamente seus compromissos do acordo nos últimos três anos, como confirmaram em dez ocasiões os relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (OEIA) desde 2016", completou.

O diplomata iraniano ainda afirmou que o governo dos EUA deu um ultimato alguns dos países que assinaram o JCPOA para alterá-lo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, precisa decidir no próximo dia 12 de maio se segue no pacto. No entanto, o republicano quer acrescentar cláusulas no acordo para torná-lo mais rígido.

"A nossa resposta é clara e firme: não, o JCPOA não será renegociado ou alterado", ressaltou Najafi, acusando os EUA de ter violado continuamente os termos do acordo, especialmente com ações para coagir os outros participantes a descumprirem suas promessas.

"Os Estados Unidos devem prestar contas por qualquer consequência de suas temerárias políticas contra o JPCOA", ressaltou.

De acordo com o Irã, a insistência dos EUA em renegociar o acordo viola um tratado negociado multilateralmente e envia uma "mensagem inequívoca" ao mundo de que os americanos não são confiáveis.

"Pedimos que os EUA deixem de violar seus compromissos com o JPCOA", afirmou o embaixador iraniano.


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