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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Israel inicia construção de novo trecho de muro na fronteira com o Líbano

Israel começou a levantar um novo trecho do muro de concreto na fronteira com o Líbano, informa nesta segunda-feira a Agência Nacional de Notícias ("ANN").


EFE

Beirute - A construção, na área fronteiriça de Kfar Kila, começou no domingo quando o exército israelense instalou 24 blocos de cimento de seis metros de altura e 1,2 metro de largura, e continua hoje, acrescentou a "ANN".


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Soldados da Finul patrulham construção do muro israelense na fronteira com a cidade libanesa de Kfar Kila | REUTERS/Karamallah Daher

Devido à construção do muro, o exército libanês e a missão de paz da ONU no Líbano (Finul) desdobraram tropas no local.

Fontes da Finul disseram à Agência Efe que desde domingo foram construídos cerca de 200 metros do muro em área israelense, em um trecho da fronteira que não está em disputa entre ambos os países.

Durante uma reunião entre representantes de Israel, do Líbano e da Finul realizada na semana passada, os israelenses se comprometeram a não construir o muro nas regiões controversas, segundo a fonte.

O ministro da Defesa do Líbano, Yacub Saaraf, afirmou hoje que Israel viola as convenções internacionais de forma "insolente" e "contínua" com o objetivo de "atentar contra a estabilidade e segurança do Líbano", segundo a "ANN".

A tensão entre ambos os países aumentou depois do anúncio de Israel, em dezembro do ano passado, de seus planos de construção do muro fronteiriço.

O primeiro trecho começou a ser construído em fevereiro na região de Ras Nakura, embora nem o exército nem a Finul tenham informado a extensão do mesmo.

As autoridades libanesas se opõem à construção, já que há 13 pontos nos quais ambos os países estão em desacordo quanto ao traçado da fronteira, que não foi delimitada oficialmente.

O presidente do Líbano, Michel Aoun, em entrevista a veículos de imprensa franceses, declarou neste domingo que a construção desse muro não deve levar a um conflito armado e que o Líbano encontrará uma solução se a ONU não conseguir resolver o litígio entre os dois Estados.

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