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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel receia que Rússia forneça mísseis S-300 à Síria

Nos círculos políticos e militares israelenses teme-se que a Rússia possa vender sistemas de defesa antiaérea S-300 à Síria, algo que não aconteceu até agora.


Sputnik

A presença em grande escala desses mísseis na Síria limitaria as ações dos militares israelenses, que, nos últimos anos, têm realizado centenas de incursões naquele país sem correr praticamente nenhum risco.


S-300 durante um ensaio de treinamento
S-300 russo © Sputnik / Alexei Daniche

Até agora, a Rússia forneceu à Síria somente mísseis fabricados na época da União Soviética e não os mísseis mais modernos.

Atualmente, o sistema de defesa antiaéreo mais avançado que a Síria possui é o russo Pantsir- S1, que derrubou drones e mísseis disparados contra o país.

No início, a Rússia decidiu não fornecer à Síria mísseis S-300 depois de ouvir as opiniões de vários países ocidentais. No entanto, agora poderia mudar de ideia após os ataques contra a Síria. Se isso acontecer, Israel deveria estudar mais cuidadosamente suas incursões aéreas na Síria.

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