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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Japão avalia resultado da cúpula intercoreana como 'positivo'

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, qualificou nesta sexta-feira como "positiva" a realização da histórica cúpula intercoreana, embora tenha afirmado que será preciso "vigiar o desenvolvimento" da aproximação estipulada entre Seul e Pyongyang.


EFE

Tóquio - "Considero que é positivo que nesta cúpula tenha se falado seriamente", apontou o chefe do Governo japonês, que elogiou os esforços feitos pela Coreia do Sul para a realização do encontro na fronteira entre o seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.


EFE/ Korea Summit Press
Kim Jong-un e Moon Jae-in | EFE/ Korea Summit Press

No entanto, Abe se mostrou cauteloso e afirmou em entrevista à imprensa no Kantei, residência oficial do primeiro-ministro do Japão, que agora é necessário analisar os resultados da cúpula, sobre a qual será informado hoje diretamente por Moon por telefone, assim como "vigiar o processo" de aproximação empreendido na Coreia.

Kim e Moon realizaram hoje a primeira cúpula intercoreana em 11 anos e a terceira da história, e nela encenaram um primeiro passo para a reconciliação nacional e concordaram em trabalhar para a desnuclearização da península da Coreia.

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