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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Japão cria tropas anfíbias para defender ilhas disputadas com China (VÍDEO)

A cerimônia solene de instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão aconteceu neste sábado (7) na ilha de Kyushu.


Sputnik

De acordo com a agência Kyodo, a chamada Brigada de Instalação Rápida das Forças Anfíbias conta com 2.100 efetivos. No futuro, se planeja que este número seja aumentado para 3 mil soldados.


Instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão, em 7 de abril de 2018,  na ilha de Kyushu
Tropas anfíbias japonesas © REUTERS/ Issei Kato

Os objetivos do novo destacamento incluem a vigilância das ilhas distantes no mar da China Oriental, inclusive as ilhas Senkaku (conhecidas na China como Diaoyu), que são objeto de uma longa disputa territorial entre Tóquio e Pequim.

Além disso, não se descarta que, no futuro, as operações venham a contar com 52 veículos anfíbios e 17 convertiplanos Osprey CV-22.

Tal passo por parte de Tóquio pode ser visto como controverso, pois, de acordo com a Constituição adotada após a Segunda Guerra Mundial, o país se comprometeu a nunca manter "forças terrestres, marítimas ou aéreas" e "abdicar para sempre da guerra como um direito soberano de uma nação e a ameaça ou uso da força como medida de resolução de disputas internacionais".


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