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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Japão cria tropas anfíbias para defender ilhas disputadas com China (VÍDEO)

A cerimônia solene de instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão aconteceu neste sábado (7) na ilha de Kyushu.


Sputnik

De acordo com a agência Kyodo, a chamada Brigada de Instalação Rápida das Forças Anfíbias conta com 2.100 efetivos. No futuro, se planeja que este número seja aumentado para 3 mil soldados.


Instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão, em 7 de abril de 2018,  na ilha de Kyushu
Tropas anfíbias japonesas © REUTERS/ Issei Kato

Os objetivos do novo destacamento incluem a vigilância das ilhas distantes no mar da China Oriental, inclusive as ilhas Senkaku (conhecidas na China como Diaoyu), que são objeto de uma longa disputa territorial entre Tóquio e Pequim.

Além disso, não se descarta que, no futuro, as operações venham a contar com 52 veículos anfíbios e 17 convertiplanos Osprey CV-22.

Tal passo por parte de Tóquio pode ser visto como controverso, pois, de acordo com a Constituição adotada após a Segunda Guerra Mundial, o país se comprometeu a nunca manter "forças terrestres, marítimas ou aéreas" e "abdicar para sempre da guerra como um direito soberano de uma nação e a ameaça ou uso da força como medida de resolução de disputas internacionais".


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