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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Japão cria tropas anfíbias para defender ilhas disputadas com China (VÍDEO)

A cerimônia solene de instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão aconteceu neste sábado (7) na ilha de Kyushu.


Sputnik

De acordo com a agência Kyodo, a chamada Brigada de Instalação Rápida das Forças Anfíbias conta com 2.100 efetivos. No futuro, se planeja que este número seja aumentado para 3 mil soldados.


Instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão, em 7 de abril de 2018,  na ilha de Kyushu
Tropas anfíbias japonesas © REUTERS/ Issei Kato

Os objetivos do novo destacamento incluem a vigilância das ilhas distantes no mar da China Oriental, inclusive as ilhas Senkaku (conhecidas na China como Diaoyu), que são objeto de uma longa disputa territorial entre Tóquio e Pequim.

Além disso, não se descarta que, no futuro, as operações venham a contar com 52 veículos anfíbios e 17 convertiplanos Osprey CV-22.

Tal passo por parte de Tóquio pode ser visto como controverso, pois, de acordo com a Constituição adotada após a Segunda Guerra Mundial, o país se comprometeu a nunca manter "forças terrestres, marítimas ou aéreas" e "abdicar para sempre da guerra como um direito soberano de uma nação e a ameaça ou uso da força como medida de resolução de disputas internacionais".


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