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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Japão cria tropas anfíbias para defender ilhas disputadas com China (VÍDEO)

A cerimônia solene de instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão aconteceu neste sábado (7) na ilha de Kyushu.


Sputnik

De acordo com a agência Kyodo, a chamada Brigada de Instalação Rápida das Forças Anfíbias conta com 2.100 efetivos. No futuro, se planeja que este número seja aumentado para 3 mil soldados.


Instalação do primeiro destacamento de tropas anfíbias das Forças de Autodefesa do Japão, em 7 de abril de 2018,  na ilha de Kyushu
Tropas anfíbias japonesas © REUTERS/ Issei Kato

Os objetivos do novo destacamento incluem a vigilância das ilhas distantes no mar da China Oriental, inclusive as ilhas Senkaku (conhecidas na China como Diaoyu), que são objeto de uma longa disputa territorial entre Tóquio e Pequim.

Além disso, não se descarta que, no futuro, as operações venham a contar com 52 veículos anfíbios e 17 convertiplanos Osprey CV-22.

Tal passo por parte de Tóquio pode ser visto como controverso, pois, de acordo com a Constituição adotada após a Segunda Guerra Mundial, o país se comprometeu a nunca manter "forças terrestres, marítimas ou aéreas" e "abdicar para sempre da guerra como um direito soberano de uma nação e a ameaça ou uso da força como medida de resolução de disputas internacionais".


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