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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Liga Árabe pede inquérito do Conselho de Segurança sobre os assassinatos de Israel em Gaza

A Liga Árabe condenou os "crimes contra a humanidade" de Tel Aviv em Gaza, exigindo que as Nações Unidas e o Tribunal Penal Internacional (TPI) iniciem investigações sobre os recentes assassinatos de manifestantes palestinos desarmados em Israel.


Pars Today

O órgão pan-árabe reuniu-se na sede do grupo regional no Cairo na terça-feira, em uma base ad hoc para enfrentar os ataques de Israel contra os manifestantes palestinos anti-ocupação em 30 de março.


Liga Árabe pede inquérito do Conselho de Segurança sobre os assassinatos de Israel em Gaza
Jovem com a bandeira da Palestina | Reprodução

Naquele dia, os moradores de Gaza marcharam até a cerca que separava o enclave das terras ocupadas por Israel no início de um protesto de seis semanas, apelidado de "A Grande Marcha de Retorno".

O protesto em massa, no entanto, tornou-se violento quando as forças militares israelenses usaram força letal para dispersar a multidão. Além dos 18 mortos, cerca de 1.500 moradores de Gaza foram feridos.

Israel já havia implantado veículos militares e forças especiais, incluindo 100 franco-atiradores, na fronteira de Gaza. As forças do regime também foram autorizadas a atirar nos manifestantes.

A Liga Árabe também apoiou um pedido do movimento de resistência palestino Hamas para processar Israel no TPI por seus crimes contra os moradores de Gaza.

Cuba assola a atrocidade do regime sionista contra os palestinos

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba em uma mensagem denunciou recentes crimes contra os direitos humanos cometidos pelo regime sionista de Israel contra os palestinos.

"Expressamos a mais forte condenação à nova e criminosa agressão do Exército israelense contra o povo palestino na Faixa de Gaza", disse o diretor-geral do Departamento Bilateral de Relações Exteriores, Emilio Lozada, à agência de notícias cubana Prensa Latina.

“É uma ação brutal que representa uma grave e flagrante violação do Capítulo das Nações Unidas e dos Direitos Humanos Internacionais, e acirra as tensões na região que afastam a possibilidade de qualquer esforço para retomar as negociações de paz entre palestinos e israelenses”, acrescentou.

Durante os protestos pacíficos realizados pelos palestinos na Faixa de Gaza, as forças militares israelenses mataram pelo menos 17 palestinos, a maioria com menos de 16 anos e feriram cerca de 1.500 outros. Isto enquanto nenhum dos manifestantes estava armado.

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