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OTAN se prepara para maiores exercícios militares desde 2002

A OTAN está se preparando para realizar seus maiores exercícios militares desde 2002. Trata-se dos Trident Juncture 2018, dos quais participarão mais de 40.000 militares de 30 países membros e parceiros da OTAN.
Sputnik

A fase principal das manobras irá ser realizada entre os dias 25 de outubro e 7 de novembro, na Noruega e áreas vizinhas, com exercícios preliminares nas águas ao largo da costa da Islândia de 15 a 17 de outubro.

Defender-se contra 'qualquer ameaça em qualquer momento'

O objetivo dos exercícios é a dissuasão e defesa contra "qualquer ameaça, de qualquer lugar e em qualquer momento", explicou nesta semana o almirante da Marinha dos EUA a jornalistas em Bruxelas, James G. Foggo III, comandante dos exercícios.

O militar revelou que os Trident Juncture mostram que a OTAN está unida e pronta para se defender valendo-se da defesa coletiva. Neste sentido, o cenário dos exercícios inclui uma violação da soberania de um aliado da OTAN, neste caso da Noruega.

Ao mesm…

Liga Árabe pede inquérito do Conselho de Segurança sobre os assassinatos de Israel em Gaza

A Liga Árabe condenou os "crimes contra a humanidade" de Tel Aviv em Gaza, exigindo que as Nações Unidas e o Tribunal Penal Internacional (TPI) iniciem investigações sobre os recentes assassinatos de manifestantes palestinos desarmados em Israel.


Pars Today

O órgão pan-árabe reuniu-se na sede do grupo regional no Cairo na terça-feira, em uma base ad hoc para enfrentar os ataques de Israel contra os manifestantes palestinos anti-ocupação em 30 de março.


Liga Árabe pede inquérito do Conselho de Segurança sobre os assassinatos de Israel em Gaza
Jovem com a bandeira da Palestina | Reprodução

Naquele dia, os moradores de Gaza marcharam até a cerca que separava o enclave das terras ocupadas por Israel no início de um protesto de seis semanas, apelidado de "A Grande Marcha de Retorno".

O protesto em massa, no entanto, tornou-se violento quando as forças militares israelenses usaram força letal para dispersar a multidão. Além dos 18 mortos, cerca de 1.500 moradores de Gaza foram feridos.

Israel já havia implantado veículos militares e forças especiais, incluindo 100 franco-atiradores, na fronteira de Gaza. As forças do regime também foram autorizadas a atirar nos manifestantes.

A Liga Árabe também apoiou um pedido do movimento de resistência palestino Hamas para processar Israel no TPI por seus crimes contra os moradores de Gaza.

Cuba assola a atrocidade do regime sionista contra os palestinos

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba em uma mensagem denunciou recentes crimes contra os direitos humanos cometidos pelo regime sionista de Israel contra os palestinos.

"Expressamos a mais forte condenação à nova e criminosa agressão do Exército israelense contra o povo palestino na Faixa de Gaza", disse o diretor-geral do Departamento Bilateral de Relações Exteriores, Emilio Lozada, à agência de notícias cubana Prensa Latina.

“É uma ação brutal que representa uma grave e flagrante violação do Capítulo das Nações Unidas e dos Direitos Humanos Internacionais, e acirra as tensões na região que afastam a possibilidade de qualquer esforço para retomar as negociações de paz entre palestinos e israelenses”, acrescentou.

Durante os protestos pacíficos realizados pelos palestinos na Faixa de Gaza, as forças militares israelenses mataram pelo menos 17 palestinos, a maioria com menos de 16 anos e feriram cerca de 1.500 outros. Isto enquanto nenhum dos manifestantes estava armado.

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