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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Londres pede investigação urgente de suposto uso de armas químicas na Síria

O Governo britânico indicou nesta segunda-feira que o ataque perpetrado no sábado na cidade síria de Duma, em Ghouta Oriental, deve ser "investigado urgentemente" e garantiu que analisará "várias opções" se verificar o uso de armas químicas.


EFE

Londres - Em comunicado divulgado por Downing Street - escritório oficial da primeira-ministra, Theresa May -, um porta-voz apontou que "os responsáveis (do incidente, que terminou com dezenas de mortos) devem prestar contas perante a Justiça".


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Theresa May | Sky News

O escritório acrescentou, além disso, que desde o Executivo de Londres "trabalha com rapidez" junto com os seus aliados "a fim de estabelecer uma posição comum".

A dirigente conservadora deve abordar este assunto durante as reuniões que manterá hoje com seus colegas da Suécia e da Dinamarca em sua visita à Escandinávia, na qual tratará temas como a ameaça da Rússia à segurança internacional, o comércio e o "brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

O Governo britânico está disposto a participar de "uma proposta de ação onde o Reino Unido possa ser útil", estudando "várias opções", segundo comentou o porta-voz, se, "como já disse o titular de Exteriores (Boris Johnson) em fevereiro, ficar provado que houve um uso claramente verificado de armamento químico".

A mesma fonte não quis se referir a "situações hipotéticas", quanto a uma possível ação militar.

Por sua vez, o titular britânico das Relações Exteriores também pediu uma "resposta internacional robusta" ao suposto ataque com armamento químico na Síria.

Durante uma ligação telefônica de Johnson ao seu colega francês, Jean-Yves Le Drain, o chefe da diplomacia britânica "ressaltou a urgente necessidade de investigar o ocorrido em Duma e assegurar que há uma resposta forte e robusta da comunidade internacional".

Segundo o citado porta-voz, ao longo da conversa, ambos políticos "observaram que investigadores internacionais sob mandato do Conselho de Segurança da ONU tinham encontrado responsável o regime (sírio) de (Bashar) Al-Assad de usar gás venenoso em pelo menos quatro ataques separados desde 2014 e acordaram que os responsáveis deste ataque devem prestar contas perante a justiça".

"Ambos condenaram o uso de armamento químico por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e acordaram trabalhar juntos para defender a Convenção de Armas Químicas e assegurar que não há impunidade para os que empregam essas armas bárbaras", disse.

Os dois políticos concordaram que a reunião realizada hoje em Nova York do Conselho de Segurança da ONU será "um grande próximo passo a fim de determinar a resposta internacional e na qual deve haver várias opções sobre a mesa".

Após o ataque, a UE reivindicou ao Irã e a Rússia que utilizem a sua influência sobre o presidente sírio, Bashar Al-Assad, para conter a escalada da violência.

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