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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Londres pede investigação urgente de suposto uso de armas químicas na Síria

O Governo britânico indicou nesta segunda-feira que o ataque perpetrado no sábado na cidade síria de Duma, em Ghouta Oriental, deve ser "investigado urgentemente" e garantiu que analisará "várias opções" se verificar o uso de armas químicas.


EFE

Londres - Em comunicado divulgado por Downing Street - escritório oficial da primeira-ministra, Theresa May -, um porta-voz apontou que "os responsáveis (do incidente, que terminou com dezenas de mortos) devem prestar contas perante a Justiça".


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Theresa May | Sky News

O escritório acrescentou, além disso, que desde o Executivo de Londres "trabalha com rapidez" junto com os seus aliados "a fim de estabelecer uma posição comum".

A dirigente conservadora deve abordar este assunto durante as reuniões que manterá hoje com seus colegas da Suécia e da Dinamarca em sua visita à Escandinávia, na qual tratará temas como a ameaça da Rússia à segurança internacional, o comércio e o "brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

O Governo britânico está disposto a participar de "uma proposta de ação onde o Reino Unido possa ser útil", estudando "várias opções", segundo comentou o porta-voz, se, "como já disse o titular de Exteriores (Boris Johnson) em fevereiro, ficar provado que houve um uso claramente verificado de armamento químico".

A mesma fonte não quis se referir a "situações hipotéticas", quanto a uma possível ação militar.

Por sua vez, o titular britânico das Relações Exteriores também pediu uma "resposta internacional robusta" ao suposto ataque com armamento químico na Síria.

Durante uma ligação telefônica de Johnson ao seu colega francês, Jean-Yves Le Drain, o chefe da diplomacia britânica "ressaltou a urgente necessidade de investigar o ocorrido em Duma e assegurar que há uma resposta forte e robusta da comunidade internacional".

Segundo o citado porta-voz, ao longo da conversa, ambos políticos "observaram que investigadores internacionais sob mandato do Conselho de Segurança da ONU tinham encontrado responsável o regime (sírio) de (Bashar) Al-Assad de usar gás venenoso em pelo menos quatro ataques separados desde 2014 e acordaram que os responsáveis deste ataque devem prestar contas perante a justiça".

"Ambos condenaram o uso de armamento químico por qualquer pessoa, em qualquer lugar, e acordaram trabalhar juntos para defender a Convenção de Armas Químicas e assegurar que não há impunidade para os que empregam essas armas bárbaras", disse.

Os dois políticos concordaram que a reunião realizada hoje em Nova York do Conselho de Segurança da ONU será "um grande próximo passo a fim de determinar a resposta internacional e na qual deve haver várias opções sobre a mesa".

Após o ataque, a UE reivindicou ao Irã e a Rússia que utilizem a sua influência sobre o presidente sírio, Bashar Al-Assad, para conter a escalada da violência.

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