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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Macron diz que convenceu Trump a manter tropas na Síria

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou neste domingo (15) que persuadiu seu colega norte-americano, Donald Trump, a manter as tropas dos EUA no território sírio.


Sputnik

No início de abril, o presidente dos Estados Unidos disse que, em um futuro próximo, traria de volta os militares dos EUA que estão na Síria. Pouco tempo depois, a mídia informou que as autoridades de segurança haviam aconselhado Trump a abster-se da retirada das tropas.


O presidente norte-americano, Donald Trump, ao lado do líder francês, Emmanuel Macron, durante visita à França
Donald Trump e Emmanuel Macron © REUTERS / Kevin Lamarque

"Dez dias atrás, o presidente Trump estava dizendo que os Estados Unidos têm que se desvincular da Síria. Nós o convencemos de que é necessário ficar lá. E eu acredito que no nível diplomático — além desses três ataques que não são a coisa mais importante no que está acontecendo na Síria agora — nós o convencemos a permanecer na perspectiva de longo prazo", disse Macron em uma entrevista transmitida pela BFMTV, a rádio RMC e o site de notícias Mediapart.

O político acrescentou que a França também convenceu o líder dos EUA a limitar o recente ataque à Síria às instalações relacionadas a armas químicas.

Em dezembro, o Departamento de Defesa dos EUA informou que cerca de 2 mil militares dos EUA estavam lutando contra o grupo terrorista Daesh na Síria.

Na noite da sexta-feira (13), Paris, em ataque ao lado de Washington e Londres, atingiu vários alvos na Síria. O ação ocorreu como forma de retaliação ao suposto ataque com armas químicas na cidade síria de Douma, atribuído pelos três países ao governo local de Bashar Assad.

A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para realizar uma investigação sobre o caso no país.

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