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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Macron diz que convenceu Trump a manter tropas na Síria

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou neste domingo (15) que persuadiu seu colega norte-americano, Donald Trump, a manter as tropas dos EUA no território sírio.


Sputnik

No início de abril, o presidente dos Estados Unidos disse que, em um futuro próximo, traria de volta os militares dos EUA que estão na Síria. Pouco tempo depois, a mídia informou que as autoridades de segurança haviam aconselhado Trump a abster-se da retirada das tropas.


O presidente norte-americano, Donald Trump, ao lado do líder francês, Emmanuel Macron, durante visita à França
Donald Trump e Emmanuel Macron © REUTERS / Kevin Lamarque

"Dez dias atrás, o presidente Trump estava dizendo que os Estados Unidos têm que se desvincular da Síria. Nós o convencemos de que é necessário ficar lá. E eu acredito que no nível diplomático — além desses três ataques que não são a coisa mais importante no que está acontecendo na Síria agora — nós o convencemos a permanecer na perspectiva de longo prazo", disse Macron em uma entrevista transmitida pela BFMTV, a rádio RMC e o site de notícias Mediapart.

O político acrescentou que a França também convenceu o líder dos EUA a limitar o recente ataque à Síria às instalações relacionadas a armas químicas.

Em dezembro, o Departamento de Defesa dos EUA informou que cerca de 2 mil militares dos EUA estavam lutando contra o grupo terrorista Daesh na Síria.

Na noite da sexta-feira (13), Paris, em ataque ao lado de Washington e Londres, atingiu vários alvos na Síria. O ação ocorreu como forma de retaliação ao suposto ataque com armas químicas na cidade síria de Douma, atribuído pelos três países ao governo local de Bashar Assad.

A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para realizar uma investigação sobre o caso no país.

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