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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Macron diz que convenceu Trump a manter tropas na Síria

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou neste domingo (15) que persuadiu seu colega norte-americano, Donald Trump, a manter as tropas dos EUA no território sírio.


Sputnik

No início de abril, o presidente dos Estados Unidos disse que, em um futuro próximo, traria de volta os militares dos EUA que estão na Síria. Pouco tempo depois, a mídia informou que as autoridades de segurança haviam aconselhado Trump a abster-se da retirada das tropas.


O presidente norte-americano, Donald Trump, ao lado do líder francês, Emmanuel Macron, durante visita à França
Donald Trump e Emmanuel Macron © REUTERS / Kevin Lamarque

"Dez dias atrás, o presidente Trump estava dizendo que os Estados Unidos têm que se desvincular da Síria. Nós o convencemos de que é necessário ficar lá. E eu acredito que no nível diplomático — além desses três ataques que não são a coisa mais importante no que está acontecendo na Síria agora — nós o convencemos a permanecer na perspectiva de longo prazo", disse Macron em uma entrevista transmitida pela BFMTV, a rádio RMC e o site de notícias Mediapart.

O político acrescentou que a França também convenceu o líder dos EUA a limitar o recente ataque à Síria às instalações relacionadas a armas químicas.

Em dezembro, o Departamento de Defesa dos EUA informou que cerca de 2 mil militares dos EUA estavam lutando contra o grupo terrorista Daesh na Síria.

Na noite da sexta-feira (13), Paris, em ataque ao lado de Washington e Londres, atingiu vários alvos na Síria. O ação ocorreu como forma de retaliação ao suposto ataque com armas químicas na cidade síria de Douma, atribuído pelos três países ao governo local de Bashar Assad.

A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para realizar uma investigação sobre o caso no país.

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