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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Mattis: EUA ainda avaliam alegado ataque químico em Douma

Em meio à tempestade no Twitter criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a situação na Síria, o secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, desceu o tom ao falar sobre o suposto ataque químico em Douma.


Sputnik

Quando perguntado sobre as evidências que apoiam as acusações contra as forças do presidente sírio Bashar Assad pelo suposto ataque químico, Mattis respondeu em tom medido:

"Ainda estamos analisando [relatórios de] inteligência — nós e nossos aliados. Ainda estamos trabalhando nisso", declarou Mattis.


U.S. President-elect Donald Trump (L) greets retired Marine Gen. James Mattis for a meeting at the main clubhouse at Trump National Golf Club in Bedminster, New Jersey, U.S., November 19, 2016
Donald Trump e James Mattis © REUTERS/ Mike Segar

No entanto, ele reiterou a atitude de Trump em relação à questão, dizendo que o Pentágono estava pronto "para fornecer opções militares se elas forem apropriadas como o presidente determina", informou a NBC News.

O secretário de Defesa se referiu a declaração de 9 de abril de Trump sobre uma "poderosa" resposta militar ao suposto ataque químico em Douma, denunciado pelos meios de comunicação de oposição. A história foi divulgada pelos Capacetes Brancos, que postaram imagens não-verificadas das consequências do suposto ataque, com alegações de que até 70 pessoas haviam morrido de "sufocamento generalizado".

Respondendo à denúncia, os Estados Unidos e seus aliados se adiantaram em atribuir o ataque a Damasco. Embora o governo de Bashar Assad tenha negado as alegações, argumentando que todo o incidente foi encenado, o presidente Trump discutiu a questão com seus colegas europeus, concordando em trabalhar juntos para responsabilizar os perpetradores.

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