Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Mattis: EUA ainda avaliam alegado ataque químico em Douma

Em meio à tempestade no Twitter criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a situação na Síria, o secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, desceu o tom ao falar sobre o suposto ataque químico em Douma.


Sputnik

Quando perguntado sobre as evidências que apoiam as acusações contra as forças do presidente sírio Bashar Assad pelo suposto ataque químico, Mattis respondeu em tom medido:

"Ainda estamos analisando [relatórios de] inteligência — nós e nossos aliados. Ainda estamos trabalhando nisso", declarou Mattis.


U.S. President-elect Donald Trump (L) greets retired Marine Gen. James Mattis for a meeting at the main clubhouse at Trump National Golf Club in Bedminster, New Jersey, U.S., November 19, 2016
Donald Trump e James Mattis © REUTERS/ Mike Segar

No entanto, ele reiterou a atitude de Trump em relação à questão, dizendo que o Pentágono estava pronto "para fornecer opções militares se elas forem apropriadas como o presidente determina", informou a NBC News.

O secretário de Defesa se referiu a declaração de 9 de abril de Trump sobre uma "poderosa" resposta militar ao suposto ataque químico em Douma, denunciado pelos meios de comunicação de oposição. A história foi divulgada pelos Capacetes Brancos, que postaram imagens não-verificadas das consequências do suposto ataque, com alegações de que até 70 pessoas haviam morrido de "sufocamento generalizado".

Respondendo à denúncia, os Estados Unidos e seus aliados se adiantaram em atribuir o ataque a Damasco. Embora o governo de Bashar Assad tenha negado as alegações, argumentando que todo o incidente foi encenado, o presidente Trump discutiu a questão com seus colegas europeus, concordando em trabalhar juntos para responsabilizar os perpetradores.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas