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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Mattis: EUA ainda avaliam alegado ataque químico em Douma

Em meio à tempestade no Twitter criada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a situação na Síria, o secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, desceu o tom ao falar sobre o suposto ataque químico em Douma.


Sputnik

Quando perguntado sobre as evidências que apoiam as acusações contra as forças do presidente sírio Bashar Assad pelo suposto ataque químico, Mattis respondeu em tom medido:

"Ainda estamos analisando [relatórios de] inteligência — nós e nossos aliados. Ainda estamos trabalhando nisso", declarou Mattis.


U.S. President-elect Donald Trump (L) greets retired Marine Gen. James Mattis for a meeting at the main clubhouse at Trump National Golf Club in Bedminster, New Jersey, U.S., November 19, 2016
Donald Trump e James Mattis © REUTERS/ Mike Segar

No entanto, ele reiterou a atitude de Trump em relação à questão, dizendo que o Pentágono estava pronto "para fornecer opções militares se elas forem apropriadas como o presidente determina", informou a NBC News.

O secretário de Defesa se referiu a declaração de 9 de abril de Trump sobre uma "poderosa" resposta militar ao suposto ataque químico em Douma, denunciado pelos meios de comunicação de oposição. A história foi divulgada pelos Capacetes Brancos, que postaram imagens não-verificadas das consequências do suposto ataque, com alegações de que até 70 pessoas haviam morrido de "sufocamento generalizado".

Respondendo à denúncia, os Estados Unidos e seus aliados se adiantaram em atribuir o ataque a Damasco. Embora o governo de Bashar Assad tenha negado as alegações, argumentando que todo o incidente foi encenado, o presidente Trump discutiu a questão com seus colegas europeus, concordando em trabalhar juntos para responsabilizar os perpetradores.

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