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Os 'humanitários' Capacetes Brancos se aproximam da Venezuela

Os chamados Capacetes Brancos, com uma fama inventada de ajuda humanitária, chegaram às cidades colombianas de Cúcuta e Maicao, na fronteira com a Venezuela, preâmbulo segundo analistas para incriminar o país bolivariano e tentar justificar uma invasão.
Prensa Latina
Caracas - Chegaram a Cúcuta (Colômbia). Chegaram a salvar os 'refugiados' venezuelanos que vivem lá. Chegaram com suas batas de médicos, com seus capacetes de marketing, com Gaby Arellano [...], com umas barracas para montar seu circo midiático', comentou a escritora e jornalista venezuelana Carola Chávez.
Esse grupo chegou à fronteira para atender 'meia centena de pessoas que não pintam as misérias e penúrias que os Capacetes Brancos e mercenários midiáticos nos querem contar (sobre Venezuela)', enfatiza a analista.

O problema destes senhores, explica, é que já sabemos o que fazem, vimos o rio de sangue que deixam em seu rastro. São o cinismo, porque se supõe que os médicos salvam vidas, mas estes pavimen…

Médicos de Douma desmentem ter atendido pacientes com sinais de envenenamento químico

Os médicos da cidade síria de Douma, onde supostamente aconteceu um ataque químico, afirmaram não terem recebido pacientes com sinais de envenenamento químico, comunicou nesta segunda-feira (9), o Centro Russo de Reconciliação na Síria.


Sputnik

"Os representantes do centro falaram com os médicos e funcionários do hospital da cidade de Douma. Eles desmentiram as informações sobre os alegados pacientes com sinais de envenenamento químico", lê-se no comunicado do centro russo.


Cidade síria de Douma
Douma, Síria © REUTERS/ Bassam Khabieh

Além disso, representantes russos comunicaram que o médico do hospital de Douma, Yasser Abdul Majid, contou que "nem no fim de semana, nem anteriormente, desde o início das ações militares na Síria, eles não receberam pessoas com envenenamento químico".

Segundo o médico, citado pelo Centro Russo de Reconciliação na Síria, todas as pessoas atendidas "tinham traumas comuns, fraturas, ferimentos por estilhaços e por balas".

As palavras do médico foram confirmadas pelo motorista da ambulância, Ahmed Saur, que há muitos anos trabalha na região. De acordo com ele, nunca viu essas vítimas de ataque químico.

Anteriormente, os médicos do Crescente Vermelho Árabe Sírio (SARC) também não confirmaram as informações sobre o atendimento de pacientes com sinais de envenenamento químico.

No dia 7 de abril, várias mídias, citando fontes militares da área, acusaram Damasco do alegado ataque com bomba de cloro gasoso na cidade de Douma, situada em Ghouta Oriental, o que supostamente resultou na morte de dezenas de civis.

Por sua vez, as autoridades sírias vêm negando todas as acusações, afirmando ter avisado que os radicais na área estavam planejando provocações com o uso de armas químicas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente da França, Emmanuel Macron, concordaram em coordenar uma resposta conjunta ao suposto uso de armas químicas na Síria. Por sua vez, a Rússia e o Irã condenaram as acusações, qualificando as acusações como infundadas.

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