Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

"…

Mídia chama navios de guerra estadunidenses de 'monte de lixo flutuante'

Os navios de guerra costeiros dos EUA do programa Littoral Combat Ship se tornaram um "monte de lixo flutuante", informa o site Task & Purpose.


Sputnik

"Depois de terem sido gastos 16 anos e bilhões de dólares, a Marinha dos EUA parece afinal reconhecer que o programa dos navios de guerra costeiros LCS é um fracasso absoluto", diz o artigo.


Navio de guerra USS Little Rock no porto de Buffalo, EUA
LCS USS Little Rock da US Navy © AP Photo/ Carolyn Thompson

Além disso, os novos navios não são adequados para operações militares. Em 2014, os EUA foram obrigados a reduzir as encomendas de navios LCS por não estarem seguros da sua eficácia e os barcos já existentes se encontrarem sempre em trabalhos de manutenção técnica e correções.

Segundo comunicaram no Instituto Naval dos EUA, em 2018 os marinheiros norte-americanos não poderão posicionar rapidamente nenhum navio costeiro.

Entre as falhas evidentes dos LCS, a edição menciona a falta de elementos do sistema de combate, em particular, dos sistemas de radar, as capacidades limitadas da proteção contra mísseis antinavio, bem como a ausência de um mecanismo de proteção que permita reduzir os danos em caso de um impacto forte.

"Nenhuma modificação dos LCS poderá suportar um combate intenso", nota o artigo.

Antes, o Pentágono reconheceu que os navios de guerra costeiros da Marinha dos EUA se demonstraram de forma fraca em testes contra um grupo de navios de ataque pequenos, tendo revelado uma série de avarias — desde problemas com geradores e sistemas de ar condicionado até falhas do sistema de cibersegurança.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas