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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Mídia dos EUA suspeita que Pentágono minta sobre defesa antiaérea russa

Os responsáveis do Pentágono rebaixam deliberadamente a eficácia dos meios de defesa antiaérea russa para persuadir a Turquia a não comprar os sistemas de mísseis S-400, apontou nessa segunda-feira (23) o jornal norte-americano National Interest.


Sputnik

A edição citou vários responsáveis dos EUA que afirmam que os meios da defesa antiérea síria de fabricação russa não foram capazes de repelir nenhum dos ataques dos EUA e seus aliados que ocorreram em 14 de abril. Além disso, o Departamento de Defesa dos EUA indicou que a Rússia não utilizou seus sistemas de defesa antiaérea durante os mencionados ataques contra o território da Síria. 


Os sistemas S-400
Sistema antiaéreo russo S-400 Triumph © Sputnik / Alexander Vilf

Contudo, de acordo com a edição, as afirmações do Pentágono sobre a "ineficácia" dos S-300 e S-400 contradizem os gastos dos EUA, estimados em bilhões de dólares, destinados a promover as tecnologias furtivas com o intuito de contornar os meios de defesa antiaérea russos, podendo ter como objetivo persuadir seu aliado na OTAN, a Turquia, a abdicar da compra dos S-400.

Especialistas citados pelo jornal acreditam que, durante a próxima reunião do Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA, os funcionários do Pentágono irão novamente falar sobre as ameaças dos S-300, S-400, bem como sobre outros meios de defesa antiaérea de fabricação russa para justificar seus programas e gastos militares.

No recente ataque à Síria, os EUA, o Reino Unido e a França dispararam mais de cem mísseis, dos quais 71 foram repelidos pela defesa antiaérea síria. Felizmente, o ataque não provocou vítimas, causando somente alguns danos materiais. A Rússia não utilizou suas forças já que os aviões dos EUA e aliados não entraram na zona de responsabilidade da defesa antiaérea russa.

Em dezembro do ano passado, a Rússia e a Turquia fecharam um contrato para o fornecimento dos sistemas S-400 a Ancara. Tal acordo causou fortes críticas por parte de Washington, que afirmou a prontidão de fornecer a Ancara sistema de defesa antiaérea alternativos, "compatíveis com os padrões da OTAN".

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