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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Ministério da Defesa da China revela segredo do seu novo míssil balístico

Em 26 de abril, o Ministério da Defesa da China finalmente lançou luz sobre sua recente "arma mortífera".


Sputnik

Na quinta-feira (26), o representante da Defesa chinesa, Wu Qian, confirmou que o novo míssil balístico de longo alcance, que entrou recentemente em serviço no exército, chama-se Dong Feng-26 (DF-26).


Veículos militares lavando mísseis balísticos chineses DF-26
Veículos transportando o míssil chinês Dong Feng-26 (DF-26) © AFP 2018 / Andy Wong

Previamente foi informado que a Força de Mísseis Balísticos do Exército Popular de Libertação da China já recebeu um novo míssil balístico de longo alcance, aumentando significativamente as capacidades de defesa do país. No entanto, não foi divulgada informação nenhuma sobre que míssil em particular se trata.

"O Exército Popular de Libertação da China admitiu que se trata do DF-26, um míssil balístico de longo alcance de nova geração completamente desenvolvido pela China. Passou por todos os testes necessários e confirmou sua prontidão para combates. Depois de sua instalação, o míssil oficialmente entrou em serviço no exército chinês", afirmou Qian.

Ao mesmo tempo, ele ressaltou que a "estratégia nuclear da China tem caráter exclusivamente defensivo, não tendo a política da República Popular da China — em nenhum caso não usar armas nucleares primeiro — sofrido nenhuma alteração".

A nova arma é capaz tanto de realizar contra-ataque nuclear como atingir alvos terrestres e marítimos, inclusive navios de média e grande envergadura localizados a distâncias significativas.

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