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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Mísseis do Estado Islâmico deixam 5 mortos e 25 feridos em Damasco

Cinco pessoas morreram e 25 ficaram feridas nesta terça-feira devido ao disparo de mísseis do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) contra uma região de Damasco, informaram a televisão oficial síria e ativistas.


EFE

Beirute - A emissora, que citou uma fonte da polícia da capital, afirmou que "organizações terroristas" abriram fogo contra a área de Nahar Aisha, onde as vítimas foram localizadas. A agência de notícias estatal, "SANA", acrescentou que os projéteis foram lançados do sul de Damasco.


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Série de ataques na Síria reivindicados pelo EI | Exame

O Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou que cinco pessoas morreram e 17 ficaram feridas, e detalhou que o EI disparou os mísseis das áreas dominadas pelos jihadistas no sul da cidade.

Há cinco dias, o exército sírio e aliados desenvolvem uma operação militar nos bairros do sul de Damasco dominados pelo EI e outros grupos, entre eles o ex-braço sírio da Al Qaeda.

De acordo com a apuração publicada nesta terça-feira pelo Observatório, pelo menos 119 pessoas perderam a vida em seis dias de operação militar: 12 civis, 35 integrantes do EI, nove da Organização pela Libertação do Levante - aliança do antigo braço da Al Qaeda -, e 63 soldados do governo, tanto sírios como estrangeiros.

Anteriormente, essa fonte destacou que havia combates intensos entre EI e as forças leais ao presidente sírio, Bashar al Assad, nos arredores do campo de refugiados palestinos de Al Yarmouk, assim como nos distritos adjacentes da Al Tadamun, Al Hayar al Asuad e Al Qadam.

As autoridades bombardearam e lançaram projéteis de artilharia contra posições dos adversários. Também há confrontos entre a Organização pela Libertação do Levante e as forças governamentais na seção norte do campo de Al Yarmuk. Dois terços dessa zona estão em poder do EI e da Organização pela Libertação do Levante.

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