Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Mudança de estratégia? País do Báltico diz não querer mais militares da OTAN

Riga não considera necessário aumentar a presença militar da OTAN no seu território, disse há pouco o secretário de Estado do Ministério da Defesa letão, Janis Garisons.


Sputnik

Foi assim que o alto responsável comentou as palavras do secretário-geral da aliança, Jens Stoltenberg, que comunicou durante uma coletiva em 19 de abril que não está planejado instalar novos contingentes no Báltico.


Exército espanhol na Letônia durante manobras da OTAN no Báltico
Exército espanhol na Letônia em exercício militar da OTAN © REUTERS / Ints Kalnins

De acordo com Garisons, a Letônia não está disposta a aumentar a presença militar da OTAN devido a restrições de infraestrutura. Ele também observou que hoje já são suficientes as forças da aliança no país.

"Ao mesmo tempo nós, claro, estamos nos debruçando sobre a questão de implantar novas forças da OTAN caso haja uma crise na região, bem como sobre os projetos que já existem", disse.

Em 2016, durante a cúpula em Varsóvia, a aliança decidiu aumentar o contingente nos países da Europa do Leste, motivando isso pela "crescente agressão por parte da Rússia". Foi implantado um batalhão de forças internacionais em cada país, isto é, na Letônia, Lituânia, Estônia e Polônia.

Em meio ao crescimento do agrupamento da OTAN no Báltico, a Rússia posicionou sistemas de mísseis Iskander na região de Kaliningrado.

Moscou tem repetidas vezes frisado que não está interessada em agudizar a confrontação com a OTAN, nem na região do Báltico, nem em qualquer outro lugar.

De acordo com o chanceler russo, Sergei Lavrov, o bloco tem plena consciência de que a Rússia não tem planos de atacar ninguém e está apenas aproveitando um pretexto para instalar mais equipamentos e batalhões perto da fronteira russa.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas