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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Mudança de estratégia? País do Báltico diz não querer mais militares da OTAN

Riga não considera necessário aumentar a presença militar da OTAN no seu território, disse há pouco o secretário de Estado do Ministério da Defesa letão, Janis Garisons.


Sputnik

Foi assim que o alto responsável comentou as palavras do secretário-geral da aliança, Jens Stoltenberg, que comunicou durante uma coletiva em 19 de abril que não está planejado instalar novos contingentes no Báltico.


Exército espanhol na Letônia durante manobras da OTAN no Báltico
Exército espanhol na Letônia em exercício militar da OTAN © REUTERS / Ints Kalnins

De acordo com Garisons, a Letônia não está disposta a aumentar a presença militar da OTAN devido a restrições de infraestrutura. Ele também observou que hoje já são suficientes as forças da aliança no país.

"Ao mesmo tempo nós, claro, estamos nos debruçando sobre a questão de implantar novas forças da OTAN caso haja uma crise na região, bem como sobre os projetos que já existem", disse.

Em 2016, durante a cúpula em Varsóvia, a aliança decidiu aumentar o contingente nos países da Europa do Leste, motivando isso pela "crescente agressão por parte da Rússia". Foi implantado um batalhão de forças internacionais em cada país, isto é, na Letônia, Lituânia, Estônia e Polônia.

Em meio ao crescimento do agrupamento da OTAN no Báltico, a Rússia posicionou sistemas de mísseis Iskander na região de Kaliningrado.

Moscou tem repetidas vezes frisado que não está interessada em agudizar a confrontação com a OTAN, nem na região do Báltico, nem em qualquer outro lugar.

De acordo com o chanceler russo, Sergei Lavrov, o bloco tem plena consciência de que a Rússia não tem planos de atacar ninguém e está apenas aproveitando um pretexto para instalar mais equipamentos e batalhões perto da fronteira russa.

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