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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Mudança de estratégia? País do Báltico diz não querer mais militares da OTAN

Riga não considera necessário aumentar a presença militar da OTAN no seu território, disse há pouco o secretário de Estado do Ministério da Defesa letão, Janis Garisons.


Sputnik

Foi assim que o alto responsável comentou as palavras do secretário-geral da aliança, Jens Stoltenberg, que comunicou durante uma coletiva em 19 de abril que não está planejado instalar novos contingentes no Báltico.


Exército espanhol na Letônia durante manobras da OTAN no Báltico
Exército espanhol na Letônia em exercício militar da OTAN © REUTERS / Ints Kalnins

De acordo com Garisons, a Letônia não está disposta a aumentar a presença militar da OTAN devido a restrições de infraestrutura. Ele também observou que hoje já são suficientes as forças da aliança no país.

"Ao mesmo tempo nós, claro, estamos nos debruçando sobre a questão de implantar novas forças da OTAN caso haja uma crise na região, bem como sobre os projetos que já existem", disse.

Em 2016, durante a cúpula em Varsóvia, a aliança decidiu aumentar o contingente nos países da Europa do Leste, motivando isso pela "crescente agressão por parte da Rússia". Foi implantado um batalhão de forças internacionais em cada país, isto é, na Letônia, Lituânia, Estônia e Polônia.

Em meio ao crescimento do agrupamento da OTAN no Báltico, a Rússia posicionou sistemas de mísseis Iskander na região de Kaliningrado.

Moscou tem repetidas vezes frisado que não está interessada em agudizar a confrontação com a OTAN, nem na região do Báltico, nem em qualquer outro lugar.

De acordo com o chanceler russo, Sergei Lavrov, o bloco tem plena consciência de que a Rússia não tem planos de atacar ninguém e está apenas aproveitando um pretexto para instalar mais equipamentos e batalhões perto da fronteira russa.

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