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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Não permitiremos que estraguem a Páscoa': Letônia fica indignada com exercícios russos

O político letão Artis Pabriks, deputado do Parlamento Europeu, expressou descontentamento com as futuras manobras russas, apelando, no entanto, a não temer os "exercícios russos".


Sputnik

Em declaração no seu Twitter, o eurodeputado afirmou que "a Letônia não permitirá que a Rússia estrague a Páscoa [com suas manobras militares]", referindo-se aos disparos de mísseis russos no mar Báltico, planejados para o período entre 4 e 6 de abril.


Navio ligeiro de mísseis Grad Sviyazhinsk dispara míssil Kalibr
Navio ligeiro de mísseis Grad Sviyazhinsk disparando um míssil Kalibr © Sputnik/ Denis Abramov

"Vamos estar vigilantes, vamos continuar atentos e seguros de nós e de nossos Estado e liberdade. Não permitiremos que estraguem a Páscoa", diz a postagem de Pabriks no Twitter.

O político também lamentou os prejuízos econômicos que a Suécia, Polônia e Lituânia irão sofrer devido às manobras russas, pois estas interromperão o tráfego marítimo.

Ainda por cima, o deputado disse que a Rússia possui território suficiente para realizar exercícios, qualificando as futuras manobras de "sinal de ameaça".

Porém, o Ministério da Letônia reconheceu que, conforme os acordos internacionais, a Rússia tem o direito de realizar tais treinamentos no mar Báltico.

Anteriormente os serviços de controlo aéreo da Rússia tinham informado a Letônia sobre manobras de mísseis entre 4 e 6 de abril em uma área do mar na zona econômica exclusiva letã. Riga, por sua vez, achou preocupantes os planos de Moscou e chamou o adido militar russo para receber informações detalhados sobre as futuras manobras.


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