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Os 'humanitários' Capacetes Brancos se aproximam da Venezuela

Os chamados Capacetes Brancos, com uma fama inventada de ajuda humanitária, chegaram às cidades colombianas de Cúcuta e Maicao, na fronteira com a Venezuela, preâmbulo segundo analistas para incriminar o país bolivariano e tentar justificar uma invasão.
Prensa Latina
Caracas - Chegaram a Cúcuta (Colômbia). Chegaram a salvar os 'refugiados' venezuelanos que vivem lá. Chegaram com suas batas de médicos, com seus capacetes de marketing, com Gaby Arellano [...], com umas barracas para montar seu circo midiático', comentou a escritora e jornalista venezuelana Carola Chávez.
Esse grupo chegou à fronteira para atender 'meia centena de pessoas que não pintam as misérias e penúrias que os Capacetes Brancos e mercenários midiáticos nos querem contar (sobre Venezuela)', enfatiza a analista.

O problema destes senhores, explica, é que já sabemos o que fazem, vimos o rio de sangue que deixam em seu rastro. São o cinismo, porque se supõe que os médicos salvam vidas, mas estes pavimen…

Nasrallah diz que ameaças de Trump não vão intimidar a Síria, nem a Rússia

O secretário-geral do movimento de resistência libanês Hezbollah disse que as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar a Síria não intimidarão nem o país árabe nem a Rússia, nem mesmo a região inteira.


Pars Today

Segundo relatos, em um discurso televisionado na sexta-feira, Sayyed Hassan Nasrallah disse que as ameaças de Trump "não assustam nem assustam nem a Síria, nem o Irã, nem a Rússia, nem os movimentos de resistência, nem os povos da região".


Nasrallah diz ameaças Trump não vai intimidar a Síria, a Rússia
Sayyed Hassan Nasrallah | Reprodução

O presidente Trump inicialmente ameaçou nesta semana que ele estava comprometido em atacar o governo do presidente Bashar al-Assad, que ele acusou de usar armas químicas em Douma em 7 de abril. Damasco rejeitou a acusação, dizendo que os militantes na área haviam feito o " fabricações químicas "para impedir avanços pelo exército sírio.

Nasrallah disse que o movimento de resistência condena o uso de armas químicas em qualquer batalha. Ele acrescentou que o que aconteceu em Douma foi "uma peça".

Nasrallah disse que as pessoas da região e do mundo têm o direito de se preocupar com a existência de um presidente como Trump "que não entende o que ele quer e como ele pensa". A administração Trump, acrescentou, "não tem visão estratégica para qualquer coisa."

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