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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Netanyahu chama exército israelense do 'mais moral do mundo' e nega acusações da Turquia

O premiê israelense negou as acusações apresentadas pela Turquia sobre o uso desproporcional de força contra manifestantes palestinos.


Sputnik

A Turquia criticou as ações dos militares israelenses que na sexta-feira (30) abriram fogo contra participantes das desordens na fronteira com a Faixa de Gaza, matando a tiros 15 pessoas e ferindo mais de 1.000 pessoas.


Soldados israelenses (foto de arquivo)
Militares israelenses © REUTERS/ Mohamad Torokman

"O exército mais moral do mundo não precisa de lições de alguém que durante anos bombardeia indiscriminadamente a população civil", disse Netanyahu de acordo com declaração divulgada pelo serviço de imprensa do premiê.

Em 31 março, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan chamou de "desumanos" os ataques do exército israelense contra os manifestantes que participavam da Grande Marcha do Retorno.

Os militares israelenses reconhecem o uso de armas contra os participantes mais agressivos, explicando suas ações pela necessidade de defender as fronteiras. O exército israelense calculou que da ação participaram cerca de 30.000 palestinos, que levaram a cabo provocações. Os militares apontam que todos os palestinos mortos eram homens e tinham 18-30 anos de idade, e que pelo menos dez deles eram membros de vários grupos radicais palestinos.

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