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EUA ameaçam Turquia com sanções em caso de compra dos sistemas S-400 da Rússia

Em dezembro 2017, Rússia e Turquia assinaram um acordo de empréstimo para o fornecimento de sistemas de mísseis de defesa aérea S-400 russos para a Turquia.
Sputnik

O assessor do secretário de Estado dos EUA, Wess Mitchell, declarou nesta quarta-feira (18), durante uma audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA, que a Turquia pode receber sanções após a compra dos sistemas de defesa russos S-400.


"Ancara confirma que concordou em comprar os sistemas de mísseis russos S-400, o que pode potencialmente levar a sanções no âmbito do artigo 231 da Lei de Contenção de Adversários da América Através de Sanções [CAATSA] e influencia negativamente sobre a participação no programa dos F-35 [caças de 5ª geração]", disse o representante do Departamento de Estado na audiência sobre a política dos EUA no Oriente Médio.

Em dezembro do ano passado, os representantes russos e turcos assinaram um acordo de crédito para fornecimento de sistemas S-400. Segundo …

Netanyahu chama exército israelense do 'mais moral do mundo' e nega acusações da Turquia

O premiê israelense negou as acusações apresentadas pela Turquia sobre o uso desproporcional de força contra manifestantes palestinos.


Sputnik

A Turquia criticou as ações dos militares israelenses que na sexta-feira (30) abriram fogo contra participantes das desordens na fronteira com a Faixa de Gaza, matando a tiros 15 pessoas e ferindo mais de 1.000 pessoas.


Soldados israelenses (foto de arquivo)
Militares israelenses © REUTERS/ Mohamad Torokman

"O exército mais moral do mundo não precisa de lições de alguém que durante anos bombardeia indiscriminadamente a população civil", disse Netanyahu de acordo com declaração divulgada pelo serviço de imprensa do premiê.

Em 31 março, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan chamou de "desumanos" os ataques do exército israelense contra os manifestantes que participavam da Grande Marcha do Retorno.

Os militares israelenses reconhecem o uso de armas contra os participantes mais agressivos, explicando suas ações pela necessidade de defender as fronteiras. O exército israelense calculou que da ação participaram cerca de 30.000 palestinos, que levaram a cabo provocações. Os militares apontam que todos os palestinos mortos eram homens e tinham 18-30 anos de idade, e que pelo menos dez deles eram membros de vários grupos radicais palestinos.

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