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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Netanyahu chama exército israelense do 'mais moral do mundo' e nega acusações da Turquia

O premiê israelense negou as acusações apresentadas pela Turquia sobre o uso desproporcional de força contra manifestantes palestinos.


Sputnik

A Turquia criticou as ações dos militares israelenses que na sexta-feira (30) abriram fogo contra participantes das desordens na fronteira com a Faixa de Gaza, matando a tiros 15 pessoas e ferindo mais de 1.000 pessoas.


Soldados israelenses (foto de arquivo)
Militares israelenses © REUTERS/ Mohamad Torokman

"O exército mais moral do mundo não precisa de lições de alguém que durante anos bombardeia indiscriminadamente a população civil", disse Netanyahu de acordo com declaração divulgada pelo serviço de imprensa do premiê.

Em 31 março, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan chamou de "desumanos" os ataques do exército israelense contra os manifestantes que participavam da Grande Marcha do Retorno.

Os militares israelenses reconhecem o uso de armas contra os participantes mais agressivos, explicando suas ações pela necessidade de defender as fronteiras. O exército israelense calculou que da ação participaram cerca de 30.000 palestinos, que levaram a cabo provocações. Os militares apontam que todos os palestinos mortos eram homens e tinham 18-30 anos de idade, e que pelo menos dez deles eram membros de vários grupos radicais palestinos.

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