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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Novos ataques aéreos atingem Ghouta Oriental após alegado 'ataque químico'

Novos ataques aéreos atingiram neste domingo (8) os bairros de Ghouta Oriental, na Síria, ocupados por rebeldes, relatou um monitor, após mais de 80 pessoas terem sido mortas neste fim-de-semana, inclusive em um suposto ataque químico denunciado pelos EUA.


Sputnik

Os novos ataques aparecem em meio a relatos sobre um cessar-fogo e a possibilidade de reinício das negociações entre o governo sírio e o agrupamento radical Jaysh al-Islam, a última fação rebelde em Ghouta.


Fumaça em Ghouta Oriental
Ghouta Oriental, Síria © AFP 2018/ Ammar Suleiman

Alegações sobre um suposto ataque de cloro neste sábado (7) têm provocado uma vasta repercussão internacional, enquanto as mídias sírias e Moscou caracterizaram estes relatos como "fabricações", ressalta a agência AFP.

As forças de Assad recomeçaram nesta sexta-feira (6) sua ofensiva contra a cidade de Douma, última cidade controlada por rebeldes em Ghouta Oriental, após as conversações sobre a saída dos membros de Jaysh al-Islam terem fracassado.

O exército efetuou uma ofensiva maciça e duas evacuações negociadas para retomar o controle de 95% de Ghouta Oriental, anteriormente o maior reduto de rebeldes próximo a Damasco.

Na semana passada, esperava-se que Douma também seguisse esse exemplo, depois da evacuação de milhares de rebeldes e suas famílias, mas houve relatos sobre divisões entre os rebeldes e a recusa de alguns de saírem da área.


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