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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

'Obrigado, presidente Putin': britânicos apoiam política russa na Síria

A embaixada russa em Londres publicou trechos de cartas nas quais cidadãos britânicos manifestam apoio a Moscou e agradecem as autoridades russas pelas suas ações na Síria.


Sputnik

Os britânicos que enviaram cartas à missão diplomática russa elogiaram a contribuição russa no combate ao terrorismo no Oriente Médio.


A posição russa em muitas edições internacionais, baseada no senso comum e na razão, parece ser completamente próxima aos sentimentos de muitos cidadãos britânicos.

"As autoridades dos países ocidentais deveriam relembrar a história e suas ações hoje em dia antes de criticar a Rússia, que salvou o mundo na Segunda Guerra Mundial e que está lutando contra o terrorismo. No Reino Unido vocês têm muitos amigos e seu apoio. Obrigado, presidente Putin e povo russo", escreveu um cidadão britânico à embaixada, que publicou sua carta no Twitter.

Alguns britânicos expressaram a esperança de que os presidentes russo e sírio possam conseguir a paz na região, contando com o apoio por parte dos líderes de outros países. Por exemplo, em uma das cartas um britânico aconselhou Putin e Assad a recorrerem à ajuda do presidente da África do Sul.

Mais cedo, os diplomatas russos publicaram cartas nas quais os britânicos se desculpavam pelas ações do seu governo no âmbito do caso Skripal.

Os países ocidentais costumam condenar a Rússia pela sua operação militar na Síria. Moscou, por sua vez, sublinha que a Rússia está agindo a pedido oficial do presidente sírio, Bashar Assad. Já a coalizão ocidental liderada pelos EUA começou a operação sem a permissão de Damasco e sem alguma resolução por parte da ONU.

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