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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

'Obrigado, presidente Putin': britânicos apoiam política russa na Síria

A embaixada russa em Londres publicou trechos de cartas nas quais cidadãos britânicos manifestam apoio a Moscou e agradecem as autoridades russas pelas suas ações na Síria.


Sputnik

Os britânicos que enviaram cartas à missão diplomática russa elogiaram a contribuição russa no combate ao terrorismo no Oriente Médio.


A posição russa em muitas edições internacionais, baseada no senso comum e na razão, parece ser completamente próxima aos sentimentos de muitos cidadãos britânicos.

"As autoridades dos países ocidentais deveriam relembrar a história e suas ações hoje em dia antes de criticar a Rússia, que salvou o mundo na Segunda Guerra Mundial e que está lutando contra o terrorismo. No Reino Unido vocês têm muitos amigos e seu apoio. Obrigado, presidente Putin e povo russo", escreveu um cidadão britânico à embaixada, que publicou sua carta no Twitter.

Alguns britânicos expressaram a esperança de que os presidentes russo e sírio possam conseguir a paz na região, contando com o apoio por parte dos líderes de outros países. Por exemplo, em uma das cartas um britânico aconselhou Putin e Assad a recorrerem à ajuda do presidente da África do Sul.

Mais cedo, os diplomatas russos publicaram cartas nas quais os britânicos se desculpavam pelas ações do seu governo no âmbito do caso Skripal.

Os países ocidentais costumam condenar a Rússia pela sua operação militar na Síria. Moscou, por sua vez, sublinha que a Rússia está agindo a pedido oficial do presidente sírio, Bashar Assad. Já a coalizão ocidental liderada pelos EUA começou a operação sem a permissão de Damasco e sem alguma resolução por parte da ONU.

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