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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

'Obrigado, presidente Putin': britânicos apoiam política russa na Síria

A embaixada russa em Londres publicou trechos de cartas nas quais cidadãos britânicos manifestam apoio a Moscou e agradecem as autoridades russas pelas suas ações na Síria.


Sputnik

Os britânicos que enviaram cartas à missão diplomática russa elogiaram a contribuição russa no combate ao terrorismo no Oriente Médio.


A posição russa em muitas edições internacionais, baseada no senso comum e na razão, parece ser completamente próxima aos sentimentos de muitos cidadãos britânicos.

"As autoridades dos países ocidentais deveriam relembrar a história e suas ações hoje em dia antes de criticar a Rússia, que salvou o mundo na Segunda Guerra Mundial e que está lutando contra o terrorismo. No Reino Unido vocês têm muitos amigos e seu apoio. Obrigado, presidente Putin e povo russo", escreveu um cidadão britânico à embaixada, que publicou sua carta no Twitter.

Alguns britânicos expressaram a esperança de que os presidentes russo e sírio possam conseguir a paz na região, contando com o apoio por parte dos líderes de outros países. Por exemplo, em uma das cartas um britânico aconselhou Putin e Assad a recorrerem à ajuda do presidente da África do Sul.

Mais cedo, os diplomatas russos publicaram cartas nas quais os britânicos se desculpavam pelas ações do seu governo no âmbito do caso Skripal.

Os países ocidentais costumam condenar a Rússia pela sua operação militar na Síria. Moscou, por sua vez, sublinha que a Rússia está agindo a pedido oficial do presidente sírio, Bashar Assad. Já a coalizão ocidental liderada pelos EUA começou a operação sem a permissão de Damasco e sem alguma resolução por parte da ONU.

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