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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

ONU: 500 pacientes 'sofrem de sintomas' de intoxicação química em Douma

No início desta semana, o Ministério da Defesa da Rússia assegurou que os médicos da cidade síria de Douma não tinham recebido pacientes com quaisquer sinais de intoxicação na sequência de um ataque químico.


Sputnik

A Organização Mundial de Saúde condenou o alegado ataque de armas químicas em Douma, na Síria, informando que cerca de 500 pacientes têm "sinais e sintomas consistentes com a exposição a substâncias tóxicas".


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Douma, Síria | Reprodução

"A OMS apela a um acesso livre e imediato à área para proporcionar assistência aos afetados, para avaliar os impactos na saúde e garantir uma resposta pública abrangente", comunicou o vice-diretor-geral para preparação e respostas a emergências da Organização Mundial de Saúde, Peter Salama, nessa quarta-feira (11).

Na semana passada, várias mídias de oposição sírias relataram, citando os militantes, que o exército sírio teria usado cloro na cidade de Douma, matando até 70 pessoas.

Na sequência do ataque, vários países, inclusive os EUA, acusaram Damasco de ter organizado o ataque. A declaração mais recente veio da chanceler alemã, Angela Merkel, que disse ontem que a evidência sobre o uso de armas químicas na Síria era "clara e explícita".

O Centro Russo de Reconciliação na Síria tem repetidamente refutado estes relatos. Assim, os representantes da entidade visitaram o local do suposto ataque e questionaram os médicos locais, que asseguraram não ter recebido pessoas com sintomas de qualquer envenenamento químico.

"De acordo com os relatos dos nossos parceiros do Cluster de Saúde, durante o bombardeio de Douma no sábado, cerca de 500 pacientes compareceram nos estabelecimentos médicos demonstrando sinais e sintomas consistentes com a exposição a substâncias químicas tóxicas. Particularmente, houve sinais de irritação severa das membranas mucosas, falhas respiratórias e perturbação no sistema nervoso central nos afetados", informou.

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