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Os 'humanitários' Capacetes Brancos se aproximam da Venezuela

Os chamados Capacetes Brancos, com uma fama inventada de ajuda humanitária, chegaram às cidades colombianas de Cúcuta e Maicao, na fronteira com a Venezuela, preâmbulo segundo analistas para incriminar o país bolivariano e tentar justificar uma invasão.
Prensa Latina
Caracas - Chegaram a Cúcuta (Colômbia). Chegaram a salvar os 'refugiados' venezuelanos que vivem lá. Chegaram com suas batas de médicos, com seus capacetes de marketing, com Gaby Arellano [...], com umas barracas para montar seu circo midiático', comentou a escritora e jornalista venezuelana Carola Chávez.
Esse grupo chegou à fronteira para atender 'meia centena de pessoas que não pintam as misérias e penúrias que os Capacetes Brancos e mercenários midiáticos nos querem contar (sobre Venezuela)', enfatiza a analista.

O problema destes senhores, explica, é que já sabemos o que fazem, vimos o rio de sangue que deixam em seu rastro. São o cinismo, porque se supõe que os médicos salvam vidas, mas estes pavimen…

ONU: 500 pacientes 'sofrem de sintomas' de intoxicação química em Douma

No início desta semana, o Ministério da Defesa da Rússia assegurou que os médicos da cidade síria de Douma não tinham recebido pacientes com quaisquer sinais de intoxicação na sequência de um ataque químico.


Sputnik

A Organização Mundial de Saúde condenou o alegado ataque de armas químicas em Douma, na Síria, informando que cerca de 500 pacientes têm "sinais e sintomas consistentes com a exposição a substâncias tóxicas".


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Douma, Síria | Reprodução

"A OMS apela a um acesso livre e imediato à área para proporcionar assistência aos afetados, para avaliar os impactos na saúde e garantir uma resposta pública abrangente", comunicou o vice-diretor-geral para preparação e respostas a emergências da Organização Mundial de Saúde, Peter Salama, nessa quarta-feira (11).

Na semana passada, várias mídias de oposição sírias relataram, citando os militantes, que o exército sírio teria usado cloro na cidade de Douma, matando até 70 pessoas.

Na sequência do ataque, vários países, inclusive os EUA, acusaram Damasco de ter organizado o ataque. A declaração mais recente veio da chanceler alemã, Angela Merkel, que disse ontem que a evidência sobre o uso de armas químicas na Síria era "clara e explícita".

O Centro Russo de Reconciliação na Síria tem repetidamente refutado estes relatos. Assim, os representantes da entidade visitaram o local do suposto ataque e questionaram os médicos locais, que asseguraram não ter recebido pessoas com sintomas de qualquer envenenamento químico.

"De acordo com os relatos dos nossos parceiros do Cluster de Saúde, durante o bombardeio de Douma no sábado, cerca de 500 pacientes compareceram nos estabelecimentos médicos demonstrando sinais e sintomas consistentes com a exposição a substâncias químicas tóxicas. Particularmente, houve sinais de irritação severa das membranas mucosas, falhas respiratórias e perturbação no sistema nervoso central nos afetados", informou.

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