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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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OPAQ confirma ausência de armas químicas em laboratório de Damasco

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) confirmou a ausência de armas químicas no Centro de Estudos Barza, em Damasco, onde, de acordo com dados de Washington, produziram substâncias tóxicas, afirmou a jornalistas durante briefing Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas.


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De acordo com Rudskoy, até o ano de 2013, o centro Barza, sendo este um dos alvos dos ataques da coalizão internacional, realmente organizou estudos na área de proteção de armas químicas, envolvendo várias substâncias tóxicas, permitidas pela Convenção sobre as Armas Químicas.


Etiquetas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) vistas em uma casa destruída em Douma, 23 de abril de 2018
Etiquetas da OPAQ encontradas em Douma, Síria © REUTERS / Ali Hashisho

"Em 2017, a OPAQ inspecionou os laboratórios do mesmo centro. De acordo com os resultados, foi confirmada a ausência de qualquer atividade relacionada à produção e ao desenvolvimento de substâncias tóxicas", assinalou o chefe da Direção-Geral Operacional.

Além disso, Sergei Rudskoy assinalou que, após os ataques da coalizão dos EUA a supostos alvos com substâncias tóxicas na Síria, milhares de pessoas visitaram o local sem quaisquer meios de proteção, e ninguém foi envenenado.

"Logo após os ataques, muitas pessoas visitaram as instalações destruídas sem quaisquer meios de proteção. Nenhum deles foi envenenado com substâncias tóxicas", disse.

O chefe da Direção-Geral Operacional enfatizou também que, para definir o nível da provável contaminação do local no resultado do ataque com mísseis e ameaça aos civis, especialistas russos recolheram todas as amostras necessárias no laboratório Barza.

"A análise deles não revelou presença de substâncias químicas na instalação destruída, o que é confirmado pela conclusão correspondente. Isso evidencia que a atividade realizada no Centro de Estudos não envolvia substâncias tóxicas", assinalou.

Além do mais, Rudskoy apontou ser muito estranha a decisão dos EUA, do Reino Unido e da França de realizar ataque a supostas instalações químicas.

"Se, para eles, nas instalações houvesse realmente estoque de substâncias tóxicas, então, após os ataques com mísseis de cruzeiro, poderiam ter surgido grandes focos de contaminação do local. E em Damasco, sem dúvidas, teriam morrido dezenas de milhares de pessoas", enfatizou.

Sergei Rudskoy ressaltou que, em qualquer país, instalações que se dedicam ao estudo do desenvolvimento de armas químicas e ao armazenamento de munições são muito bem protegidas devido à grande ameaça para as pessoas.

"Contudo, nada foi constatado nas três instalações citadas, pois eram apenas prédios a hangares simples", concluiu.

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