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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras, diz senador russo

O senador russo, Aleksei Pushkov, declarou neste domingo (15) que toda a operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras. Segundo ele, são falsas as alegações de que os ataques atingiram alvos com armas químicas.


Sputnik

"Os ataques de mísseis dos EUA supostamente contra alvos químicos na Síria são puro 'fake', assim como o chamado ataque químico em Douma: hoje pessoas andam sem proteção por esses supostos alvos químicos e não caem em convulsões, espumando pela boca. Toda a operação de mísseis dos EUA é repleta de mentiras, do começo ao fim", disse ele.


Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria
Tropas dos EUA em Manbij, Síria © AP Photo/ Hussein Malla

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido realizaram um ataque de mísseis na manhã deste sábado (14) contra alvos sírios, que, de acordo com estes países, são usados para a produção de armas químicas. Foram lançados mais de 100 mísseis, sendo que grande parte foi interceptada pelo sistema de defesa da Síria.

A Rússia apresentou um projeto no Conselho de Segurança da ONU condenando a agressão contra a Síria por parte dos EUA e seus aliados, exindo o fim das hostilidades. O documento não foi aprovado.

As forças da Rússia não se envolveram no ataque, mas monitoraram todos os lançamentos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como um ato de agressão contra um Estado soberano, tendo em vista que os supostos ataques químicos por parte das forças da Síria não foram confirmados por peritos militares russos e moradores locais.

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