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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras, diz senador russo

O senador russo, Aleksei Pushkov, declarou neste domingo (15) que toda a operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras. Segundo ele, são falsas as alegações de que os ataques atingiram alvos com armas químicas.


Sputnik

"Os ataques de mísseis dos EUA supostamente contra alvos químicos na Síria são puro 'fake', assim como o chamado ataque químico em Douma: hoje pessoas andam sem proteção por esses supostos alvos químicos e não caem em convulsões, espumando pela boca. Toda a operação de mísseis dos EUA é repleta de mentiras, do começo ao fim", disse ele.


Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria
Tropas dos EUA em Manbij, Síria © AP Photo/ Hussein Malla

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido realizaram um ataque de mísseis na manhã deste sábado (14) contra alvos sírios, que, de acordo com estes países, são usados para a produção de armas químicas. Foram lançados mais de 100 mísseis, sendo que grande parte foi interceptada pelo sistema de defesa da Síria.

A Rússia apresentou um projeto no Conselho de Segurança da ONU condenando a agressão contra a Síria por parte dos EUA e seus aliados, exindo o fim das hostilidades. O documento não foi aprovado.

As forças da Rússia não se envolveram no ataque, mas monitoraram todos os lançamentos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como um ato de agressão contra um Estado soberano, tendo em vista que os supostos ataques químicos por parte das forças da Síria não foram confirmados por peritos militares russos e moradores locais.

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