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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras, diz senador russo

O senador russo, Aleksei Pushkov, declarou neste domingo (15) que toda a operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras. Segundo ele, são falsas as alegações de que os ataques atingiram alvos com armas químicas.


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"Os ataques de mísseis dos EUA supostamente contra alvos químicos na Síria são puro 'fake', assim como o chamado ataque químico em Douma: hoje pessoas andam sem proteção por esses supostos alvos químicos e não caem em convulsões, espumando pela boca. Toda a operação de mísseis dos EUA é repleta de mentiras, do começo ao fim", disse ele.


Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria
Tropas dos EUA em Manbij, Síria © AP Photo/ Hussein Malla

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido realizaram um ataque de mísseis na manhã deste sábado (14) contra alvos sírios, que, de acordo com estes países, são usados para a produção de armas químicas. Foram lançados mais de 100 mísseis, sendo que grande parte foi interceptada pelo sistema de defesa da Síria.

A Rússia apresentou um projeto no Conselho de Segurança da ONU condenando a agressão contra a Síria por parte dos EUA e seus aliados, exindo o fim das hostilidades. O documento não foi aprovado.

As forças da Rússia não se envolveram no ataque, mas monitoraram todos os lançamentos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como um ato de agressão contra um Estado soberano, tendo em vista que os supostos ataques químicos por parte das forças da Síria não foram confirmados por peritos militares russos e moradores locais.

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