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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras, diz senador russo

O senador russo, Aleksei Pushkov, declarou neste domingo (15) que toda a operação dos EUA na Síria é repleta de mentiras. Segundo ele, são falsas as alegações de que os ataques atingiram alvos com armas químicas.


Sputnik

"Os ataques de mísseis dos EUA supostamente contra alvos químicos na Síria são puro 'fake', assim como o chamado ataque químico em Douma: hoje pessoas andam sem proteção por esses supostos alvos químicos e não caem em convulsões, espumando pela boca. Toda a operação de mísseis dos EUA é repleta de mentiras, do começo ao fim", disse ele.


Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria
Tropas dos EUA em Manbij, Síria © AP Photo/ Hussein Malla

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido realizaram um ataque de mísseis na manhã deste sábado (14) contra alvos sírios, que, de acordo com estes países, são usados para a produção de armas químicas. Foram lançados mais de 100 mísseis, sendo que grande parte foi interceptada pelo sistema de defesa da Síria.

A Rússia apresentou um projeto no Conselho de Segurança da ONU condenando a agressão contra a Síria por parte dos EUA e seus aliados, exindo o fim das hostilidades. O documento não foi aprovado.

As forças da Rússia não se envolveram no ataque, mas monitoraram todos os lançamentos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como um ato de agressão contra um Estado soberano, tendo em vista que os supostos ataques químicos por parte das forças da Síria não foram confirmados por peritos militares russos e moradores locais.

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