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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Oposição síria retomará ofensiva para conquistar novos territórios caso EUA ataquem

O comando do Exército Livre da Síria declarou nesta quarta-feira que oposição síria retomará ofensiva para recuperar territórios perdidos e conquistar novos.


Sputnik

As notícias sobre uma nova possível ofensiva na Síria chegam no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaça atacar o país com míssil. 


Militantes do Exército Livre da Síria em Dabiq, foto de arquivo
Terroristas do Exército Livre da Síria, treinados, armados e apoiados pelos EUA © AFP 2018 / Nazeer al-Khatib

Um comandante do Exército Livre da Síria anunciou que iniciará uma nova ofensiva após um possível ataque dos EUA na Síria. Segundo ele, o Exército Livre da Síria está planejando recuperar áreas perdidas e conquistar novas.

"Tentaremos, em primeiro lugar, aproveitar-se deste ataque na área militar, nos campos de combate, pois estes ataques levarão à dispersão das forças do regime [de Assad], criação de caos e retirada do regime", frisou.

Ele também afirmou que um possível ataque dos EUA enfraquecerá as posições de Damasco e permitirá iniciar uma "negociações reais" para acordo de paz.

De acordo com o comandante, tais acontecimentos podem virar plataforma para realizar ataques cujo decurso permitirá recuperar controle sobre alguns territórios e conquistar novos.

"Como forças da oposição, vamos nos aproveitar da debilidade política que enfrentará o regime e, provavelmente, essa vai ser uma medida para pressionar Rússia para começar negociações reais", Fateh Hassan, falando com Sputnik.

Mais cedo, presidente Trump escreveu no Twitter que os mísseis que os EUA podem lançar contra Síria são "bons, novos e inteligentes", advertindo que a Rússia se prepare.

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