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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Otan vê cúpula da Coreia como 'primeiro passo' de 'um longo caminho'

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, considerou que a histórica cúpula intercoreana realizada nesta sexta-feira, na qual Seul e Pyongyang selaram um acordo para a desnuclearização, é um "primeiro passo" de um caminho "longo para uma solução para a crise" da península.


EFE

Bruxelas - "Acredito que o mais importante hoje é comemorar este encontro, embora o caminho seja longo para uma solução para a crise; o que vemos na península coreana é uma primeira etapa muito importante", afirmou Stoltenberg em entrevista coletiva durante a reunião de ministros de Relações Exteriores da Aliança realizada hoje em Bruxelas.


EFE/ Korea Summit Press
Kim Jong-un e Moon Jae-in | EFE/ Korea Summit Press

O político norueguês se mostrou cauteloso e considerou que "falta muito trabalho a fazer" e que "o fato de as duas partes conseguirem se reunir é uma primeira etapa".

Os líderes da Coreia do Sul e da Coreia do Norte, Moon Jae-in e Kim Jong-un, realizaram hoje a primeira cúpula intercoreana em 11 anos e a terceira da história, e nela encenaram um primeiro passo para a reconciliação nacional e concordaram em trabalhar para a desnuclearização da península da Coreia.

"A pressão que foi aplicada sobre a Coreia pela comunidade internacional foi importante", afirmou Stoltenberg em referência às sanções políticas e econômicas impostas pela ONU a pessoas e entidades diretamente envolvidas no programa de testes nucleares.

O político se mostrou "plenamente convencido de que esta pressão internacional aumentada permitiu reunir as condições necessárias para esta cúpula" e acolheu "o progresso e o compromisso" de ambas as partes "de resolver suas diferenças".

O líder da Aliança acrescentou a necessidade de continuar aplicando estas sanções "até que a Coreia do Norte mude o seu comportamento".

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