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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Pompeo: documentos israelenses são autênticos e provam ambições nucleares do Irã

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou na noite desta segunda-feira que são autênticos os documentos apresentados mais cedo pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, sobre supostas violações iranianas no setor nuclear.


Sputnik

De acordo com o premiê de Israel, a inteligência de seu país teria conseguido uma série de materiais secretos revelando que Teerã teria planos de desenvolver armas nucleares, através de um projeto denominado Amad. Segundo Pompeo, tais materiais provam, sem sombra de dúvida, que o governo iraniano mentiu para a comunidade internacional durante anos. 


Mike Pompeo, atual secretário de Estado norte-americano
Mike Pompeo © AFP 2018 / Jim Watson

"Por muitos anos, o regime iraniano tem insistido para o mundo que o seu programa nuclear é pacífico. Os documentos obtidos por Israel de dentro do Irã mostram, sem dúvidas, que o regime iraniano não estava dizendo a verdade. Eu revi pessoalmente muitos dos arquivos iranianos. Nossos funcionários de não-proliferação e inteligência têm analisado dezenas de milhares de páginas e traduzido do farsi. Esse trabalho analítico continuará por muitos meses. Avaliamos que os documentos que analisamos são autênticos", disse o chefe da diplomacia dos EUA através de um comunicado. "Os documentos mostram que o Irã teve um programa secreto de armas nucleares por anos. O Irã procurou desenvolver armas nucleares e sistemas de entrega de mísseis. O Irã escondeu um vasto arquivo atômico do mundo e da AIEA [Agência Internacional de Energia Atômica] — até hoje."

Para Pompeo, o acordo nuclear firmado entre Teerã e o grupo do P5+1 em 2015 teve como uma de suas maiores falhas a reabilitação de atividades ilícitas ligadas a um suposto programa nuclear para fins militares do Irã. Segundo ele, o país teve muitas oportunidades para admitir o trabalho desenvolvido nesse setor e entregar seus documentos às autoridades internacionais competentes. Mas, em vez disso, preferiu mentir.

"O que isso significa é que o acordo não foi construído sobre uma base de boa fé ou transparência. Foi construído sobre as mentiras do Irã. O engano nuclear do Irã é inconsistente com a promessa do Irã no acordo nuclear 'de que, sob nenhuma circunstância, o Irã jamais procurará, desenvolverá ou adquirirá quaisquer armas nucleares'", afirmou, acrescentando que o momento é de avaliar o que a descoberta desses arquivos significará para o futuro desse acordo internacional.

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