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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Portugal percebe a necessidade de 'reagir com firmeza'

O ministro dos Negócios Estrangeiros diz que Portugal acompanhar "com muita atenção e muito de perto" uma possível resposta dos aliados ao alegado ataque químico na Síria.


Diário de Notícias

O chefe da diplomacia portuguesa defendeu hoje que a comunidade internacional deve ser "muito cautelosa" na resposta ao eventual uso de armas químicas na Síria, mas afirmou compreender "a posição dos aliados" sobre a necessidade de "reagir com firmeza".

PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS

"Estamos a acompanhar com muita atenção e muito de perto, designadamente no quadro das organizações a que pertencemos, quer na União Europeia, quer na NATO", disse hoje à Lusa Augusto Santos Silva, quando questionado sobre possíveis ataques militares dos Estados Unidos, França e Reino Unido em resposta ao alegado ataque com armas químicas na Síria.

Os franceses têm dito que na opinião deles há provas e os americanos têm dito que estão a procurar essas provas. Vamos ver, todos temos de ser muito cautelosos

"Compreendemos bem a posição dos nossos aliados quando dizem que é preciso reagir com firmeza à eventual utilização de armas químicas na Síria, reagindo contra os seus responsáveis, mas que devemos fazê-lo com certeza", defendeu.

Questionado sobre se considera que já existe essa certeza sobre o ataque do fim de semana passado em Douma, Síria, atribuído ao regime de Bashar al-Assad, o ministro dos Negócios Estrangeiros respondeu: "Os franceses têm dito que na opinião deles há provas e os americanos têm dito que estão a procurar essas provas. Vamos ver, todos temos de ser muito cautelosos".

Santos Silva recordou que Portugal integra a coligação internacional de combate ao Estado Islâmico, colabora na formação de forças locais, nomeadamente no Iraque, e na partilha de informações.

Os Estados Unidos, França e o Reino Unido têm efetuado consultas sobre o lançamento de um ataque militar, mas o momento e a escala de qualquer ação ainda não são claros.

Mais de 40 pessoas morreram no sábado passado num ataque contra a cidade rebelde de Douma, em Ghouta Oriental, que segundo organizações não-governamentais no terreno foi realizado com armas químicas.

A oposição síria e vários países acusam o regime de Bashar al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que peritos russos que se deslocaram ao local não encontraram "nenhum vestígio" de substâncias químicas.

Citando informações fornecidas por organizações de saúde locais em Douma, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou na quarta-feira que "cerca de 500 pessoas procuraram centros de atendimento exibindo sintomas de exposição a elementos químicos e tóxicos".

O gabinete de crise britânico deu esta quinta-feira 'luz verde' à primeira-ministra, Theresa May, para se juntar aos Estados Unidos e à França e planear possíveis ataques militares em resposta ao alegado ataque com armas químicas na Síria.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou dispor de "provas" de que o regime de Bashar al-Assad utilizou armas químicas num ataque contra a localidade rebelde síria de Douma.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, ainda não tomou uma decisão final sobre eventuais ataques na Síria, informou a Casa Branca na quinta-feira.

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