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Lançamento do Submarino Riachuelo – S40 (VIDEO)

Hoje, 14 de dezembro, às 10h da manhã em Itaguaí-RJ, teve início a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um nuclear que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil. A cerimônia conta com a presença do Presidente da República.
Poder Naval

O nome do primeiro submarino, “Riachuelo”, é alusivo à Batalha Naval do Riachuelo, considerada decisiva na Guerra do Paraguai, com atuação destacada da Marinha do Brasil.


Acompanhe a Cerimônia em tempo real no vídeo no final deste post.
Prosub

O Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Mas o país pleiteia na Organização das Naç…

Prenúncio de guerra? Rússia enfrenta cada vez mais aviões-espiões nas suas fronteiras

A Rússia detectou em uma semana 18 aeronaves realizando reconhecimento perto das fronteiras russas, comunicou o jornal oficial do Ministério da Defesa russo, Krasnaya Zvezda. Os aviões russos, por sua vez, fizeram cinco voos para interceptar e escoltar as aeronaves estrangeiras.


Sputnik

Ao longo de 2018, tem aumentado o número de aviões de reconhecimento estrangeiros nas fronteiras russas, comunicou a edição Gazeta.ru. Apenas durante os primeiros 20 dias de abril, o número de aviões de reconhecimento estrangeiros já excedeu o mesmo indicador de janeiro.


Avião de reconhecimento U-2 norte-americano
Avião espião norte-americano U-2 © AFP 2018 / US AIR FORCE

Nos primeiros 30 dias de 2018, o Ministério da Defesa da Rússia registrou voos de uns 50 aviões de reconhecimento perto das fronteiras russas e nos primeiros dias de abril — 61.

Em fevereiro, foram registrados 78 casos deste tipo e por 21 vezes aviões russos decolaram para interceptá-los. A mesma dinâmica se manteve em março: 80 aviões de reconhecimento e 20 intercepções.

O major aposentado da Força Aeroespacial da Rússia, Vitaly Sokolovsky, comparou as atividades de reconhecimento de aviões estrangeiros nas fronteiras russas com uma situação similar que surgiu na década de 1930 devido aos espiões nazistas.

"Se nos lembrarmos da Grande Guerra pela Pátria (parte da Segunda Guerra Mundial, compreendida entre 22 de junho de 1941 e 9 de maio de 1945, e limitada às hostilidades entre a União Soviética e a Alemanha nazista e seus aliados), em 1938 os aviões alemães costumavam voar periodicamente ao longo das nossas fronteiras, violavam estas, argumentando que se tinham perdido. Finalmente, em três anos, começou a guerra. Por isso [esta atividade] é anormal", sublinhou o militar russo.

Por sua vez, o especialista em aviação militar Aleksei Vlasov afirmou que o aumento do número de aviões de espionagem estrangeiros nas fronteiras da Rússia está diretamente relacionado com a situação internacional.

"Quanto maior é a tensão, mais aviões de reconhecimento há. Isso significa que alguns países querem nos assustar um pouco", comentou o especialista.

Porém, ele acrescentou ter outra explicação possível: "Se o número de aviões-espiões aumenta drasticamente em algum momento, isso pode indicar que se prepara na região uma operação de reconhecimento."

Em 2017, os aviões russos realizaram 294 voos para interceptar e escoltar aeronaves inimigas.

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