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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Presidente francês a Putin: 'Moscou é cúmplice no uso de armas químicas na Síria'

O presidente francês afirmou que os mísseis lançados por jatos franceses como parte do ataque conjunto contra instalações sírias atingiram todos os alvos planejados.


Sputnik

Macron informou ainda que disse ao presidente russo, Vladimir Putin, que Moscou é cúmplice no suposto uso de armas químicas em Douma, na Síria. Aos jornalistas, o presidente garantiu que a operação contra a Síria era "legítima" e conduzida dentro da legalidade prevista na comunidade internacional.


O presidente russo Vladimir Putin e o presidente francês Emmanuel Macron reuniram-se no Grand Trianon do Palácio de Versalhes em Paris, 29 de maio de 2017
Emmanuel Macron e Vladimir Putin © Foto : Russian Presidential Press Office

A França foi um dos três países que, ao lado dos EUA e do Reino Unido, atacaram instalações sírias em represália ao suposto uso de armas químicas em Douma. A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para investigar a denúncia.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, os três países dispararam mais de 100 mísseis de cruzeiro e terra-ar, a maioria abatida pela defesa aérea síria. De acordo com Damasco, o ataque danificou infraestrutura da Síria e deixou três civis feridos.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou no sábado que os bombardeios foram realizados em violação das normas e princípios do direito internacional.


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