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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Putin adverte Macron contra qualquer 'ato irrefletido e perigoso'

Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria


Diário de Notícias

O presidente russo, Vladimir Putin, advertiu hoje o homólogo francês, Emmanuel Macron, contra qualquer "ato irrefletido e perigoso", depois das ameaças de uma retaliação militar ocidental ao alegado ataque químico na Síria.

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Emmanuel Macron e Vladimir Putin | Reprodução


"É essencial evitar qualquer ação irrefletida e perigosa que seria uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e teria consequências imprevisíveis", lê-se num comunicado da presidência russa, divulgado após uma conversa telefónica entre os dois presidentes.

O texto diz que Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria.

Putin repetiu a exigência de uma "investigação exaustiva e objetiva" ao alegado ataque químico e manifestou, como Macron, satisfação pelo envio para o terreno de uma equipa de peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).

Até que uma tal investigação seja concluída, lê-se no texto, "é prudente abster-se de qualquer acusação seja contra quem for".

Macron disse na quinta-feira, numa entrevista à televisão nacional francesa, ter provas de que o regime sírio usou armas químicas no ataque de 07 de abril à cidade rebelde de Douma, considerando que tal constitui uma violação de uma "linha vermelha" que pode levar a ataques ocidentais.

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