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Merkel: Esforços pelo desarmamento devem incluir EUA, Rússia, UE e China

A declaração da chanceler alemã ocorre em meio a um impasse entre Moscou e Washington, depois que os EUA anunciaram a suspensão do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).
Sputnik

"O desarmamento é algo que preocupa a todos nós e é claro que ficaríamos felizes se essas conversas fossem realizadas não apenas entre os Estados Unidos, Europa e Rússia, mas também com a China", afirmou Angela Merkel na Conferência de Segurança de Munique, no sábado.


Comentando o assunto, o Ministro da Economia e Energia da Alemanha, Peter Altmaier, observou que o término do acordo poderia levar a uma nova corrida armamentista.

No início de fevereiro, Washington disse que estava suspendendo as obrigações previstas sob o Tratado INF. A Rússia respondeu da mesma maneira. Os EUA disseram que sairiam do tratado em seis meses, a menos que a Rússia voltasse a cumprir o acordo, mas Moscou refuta as alegações de violação do.

Washington também se mostrou favorável a um novo texto envolvendo t…

Putin adverte Macron contra qualquer 'ato irrefletido e perigoso'

Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria


Diário de Notícias

O presidente russo, Vladimir Putin, advertiu hoje o homólogo francês, Emmanuel Macron, contra qualquer "ato irrefletido e perigoso", depois das ameaças de uma retaliação militar ocidental ao alegado ataque químico na Síria.

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Emmanuel Macron e Vladimir Putin | Reprodução


"É essencial evitar qualquer ação irrefletida e perigosa que seria uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e teria consequências imprevisíveis", lê-se num comunicado da presidência russa, divulgado após uma conversa telefónica entre os dois presidentes.

O texto diz que Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria.

Putin repetiu a exigência de uma "investigação exaustiva e objetiva" ao alegado ataque químico e manifestou, como Macron, satisfação pelo envio para o terreno de uma equipa de peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).

Até que uma tal investigação seja concluída, lê-se no texto, "é prudente abster-se de qualquer acusação seja contra quem for".

Macron disse na quinta-feira, numa entrevista à televisão nacional francesa, ter provas de que o regime sírio usou armas químicas no ataque de 07 de abril à cidade rebelde de Douma, considerando que tal constitui uma violação de uma "linha vermelha" que pode levar a ataques ocidentais.

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