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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Putin adverte Macron contra qualquer 'ato irrefletido e perigoso'

Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria


Diário de Notícias

O presidente russo, Vladimir Putin, advertiu hoje o homólogo francês, Emmanuel Macron, contra qualquer "ato irrefletido e perigoso", depois das ameaças de uma retaliação militar ocidental ao alegado ataque químico na Síria.

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Emmanuel Macron e Vladimir Putin | Reprodução


"É essencial evitar qualquer ação irrefletida e perigosa que seria uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas e teria consequências imprevisíveis", lê-se num comunicado da presidência russa, divulgado após uma conversa telefónica entre os dois presidentes.

O texto diz que Moscovo e Paris acordaram coordenar iniciativas para evitar uma escalada militar na Síria.

Putin repetiu a exigência de uma "investigação exaustiva e objetiva" ao alegado ataque químico e manifestou, como Macron, satisfação pelo envio para o terreno de uma equipa de peritos da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).

Até que uma tal investigação seja concluída, lê-se no texto, "é prudente abster-se de qualquer acusação seja contra quem for".

Macron disse na quinta-feira, numa entrevista à televisão nacional francesa, ter provas de que o regime sírio usou armas químicas no ataque de 07 de abril à cidade rebelde de Douma, considerando que tal constitui uma violação de uma "linha vermelha" que pode levar a ataques ocidentais.

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