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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Putin: violações da Carta da ONU na Síria levarão ao caos nas relações internacionais

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversou neste domingo (15) por telefone com o seu homólogo iraniano, Hassan Rouhani, sobre o ataque de mísseis dos EUA e seus aliados contra a Síria.


Sputnik

"Os líderes trocaram opiniões sobre a situação ligada ao ataque de mísseis dos EUA e seus aliados contra o território sírio. Foi constatado que esta ação ilegal prejudica seriamente as perspectivas de um acordo político na Síria. Vladimir Putin, em particular, ressaltou que se tais ações, realizadas em violação à Carta da ONU, continuarem, inevitavelmente isto levará ao caos nas relações internacionais", diz o comunicado do Kremlin.


O presidente do Irã, Hassan Rouhani, em encontro com o líder russo, Vladimir Putin, no Kremlin de Moscou
Hassan Rouhani e Vladimir Putin © Sputnik / Alexey Nikolsky

Os líderes também discutiram a situação geral na região do Oriente Médio, incluindo a situação no Iêmen.

Foi ressaltado que ambas as partes manifestaram interesse no desenvolvimento de uma cooperação russo-iraniana multifacetada, com a expansão de laços mutuamente benéficos na esfera comercial e econômica.

Os Estados Unidos, França e Reino Unido realizaram um ataque de mísseis na manhã deste sábado (14) contra alvos sírios, que, de acordo, com estes países, são usados para a produção de armas químicas. Foram lançados mais de 100 mísseis, sendo que grande parte foi interceptada pelo sistema de defesa da Síria.

As forças da Rússia não se envolveram no ataque, mas monitoraram todos os lançamentos. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o ataque como um ato de agressão contra um Estado soberano, tendo em vista que os supostos ataques químicos por parte das forças da Síria não foram confirmados por peritos militares russos e moradores locais.

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