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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

'Questão de interesse nacional': Theresa May explica ataques à Síria

A decisão do Reino Unido atacar a Síria ao lado de Estados Unidos e França corresponde aos interesses nacionais britânicos, disse a primeira-ministra do Reino Unido em discurso, que será dirigido ao Parlamento do país na segunda-feira (16).


Sputnik

"Deixe-me ser absolutamente clara: agimos porque é do nosso interesse nacional fazê-lo. É do nosso interesse nacional impedir o futuro uso futuro de armas químicas na Síria — e defender e defender o consenso global de que essas armas deveriam Não seremos usados, pois não podemos permitir que o uso de armas químicas se normalize — seja na Síria, nas ruas do Reino Unido ou em outros lugares", disse May.


Presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado da primeira-ministra do Reino Unido Theresa May após encontro na Casa Branca, em Washington, nos EUA.
Donald Trump e Thereza May © REUTERS / Kevin Lamarque

A primeira-ministra lembrou que vários países estariam ao lado dos ataques.

"Fizemos isso porque acreditamos que era a coisa certa a se fazer. E não estamos sozinhos. Existe um amplo apoio internacional à ação que tomamos. Durante o final de semana, falei com vários líderes mundiais — incluindo a chanceler Merkel [da Alemanha], o primeiro-ministro Gentiloni [da Itália], o primeiro-ministro Trudeau [do Canadá], o primeiro-ministro Turnbull [da Austrália] e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. Todos expressaram seu apoio às ações que a Grã-Bretanha, França e América tomaram", acrescentou a primeira-ministra britânica.

A expectativa é que Theresa May se faça uma solicitação ao presidente do Parlamento britânico para que haja um debate de emergência na casa, a fim de dar aos parlamentares uma oportunidade maior de discutir a ação militar conjunta.

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