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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

'Questão de interesse nacional': Theresa May explica ataques à Síria

A decisão do Reino Unido atacar a Síria ao lado de Estados Unidos e França corresponde aos interesses nacionais britânicos, disse a primeira-ministra do Reino Unido em discurso, que será dirigido ao Parlamento do país na segunda-feira (16).


Sputnik

"Deixe-me ser absolutamente clara: agimos porque é do nosso interesse nacional fazê-lo. É do nosso interesse nacional impedir o futuro uso futuro de armas químicas na Síria — e defender e defender o consenso global de que essas armas deveriam Não seremos usados, pois não podemos permitir que o uso de armas químicas se normalize — seja na Síria, nas ruas do Reino Unido ou em outros lugares", disse May.


Presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado da primeira-ministra do Reino Unido Theresa May após encontro na Casa Branca, em Washington, nos EUA.
Donald Trump e Thereza May © REUTERS / Kevin Lamarque

A primeira-ministra lembrou que vários países estariam ao lado dos ataques.

"Fizemos isso porque acreditamos que era a coisa certa a se fazer. E não estamos sozinhos. Existe um amplo apoio internacional à ação que tomamos. Durante o final de semana, falei com vários líderes mundiais — incluindo a chanceler Merkel [da Alemanha], o primeiro-ministro Gentiloni [da Itália], o primeiro-ministro Trudeau [do Canadá], o primeiro-ministro Turnbull [da Austrália] e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. Todos expressaram seu apoio às ações que a Grã-Bretanha, França e América tomaram", acrescentou a primeira-ministra britânica.

A expectativa é que Theresa May se faça uma solicitação ao presidente do Parlamento britânico para que haja um debate de emergência na casa, a fim de dar aos parlamentares uma oportunidade maior de discutir a ação militar conjunta.

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