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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

'Questão de interesse nacional': Theresa May explica ataques à Síria

A decisão do Reino Unido atacar a Síria ao lado de Estados Unidos e França corresponde aos interesses nacionais britânicos, disse a primeira-ministra do Reino Unido em discurso, que será dirigido ao Parlamento do país na segunda-feira (16).


Sputnik

"Deixe-me ser absolutamente clara: agimos porque é do nosso interesse nacional fazê-lo. É do nosso interesse nacional impedir o futuro uso futuro de armas químicas na Síria — e defender e defender o consenso global de que essas armas deveriam Não seremos usados, pois não podemos permitir que o uso de armas químicas se normalize — seja na Síria, nas ruas do Reino Unido ou em outros lugares", disse May.


Presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado da primeira-ministra do Reino Unido Theresa May após encontro na Casa Branca, em Washington, nos EUA.
Donald Trump e Thereza May © REUTERS / Kevin Lamarque

A primeira-ministra lembrou que vários países estariam ao lado dos ataques.

"Fizemos isso porque acreditamos que era a coisa certa a se fazer. E não estamos sozinhos. Existe um amplo apoio internacional à ação que tomamos. Durante o final de semana, falei com vários líderes mundiais — incluindo a chanceler Merkel [da Alemanha], o primeiro-ministro Gentiloni [da Itália], o primeiro-ministro Trudeau [do Canadá], o primeiro-ministro Turnbull [da Austrália] e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. Todos expressaram seu apoio às ações que a Grã-Bretanha, França e América tomaram", acrescentou a primeira-ministra britânica.

A expectativa é que Theresa May se faça uma solicitação ao presidente do Parlamento britânico para que haja um debate de emergência na casa, a fim de dar aos parlamentares uma oportunidade maior de discutir a ação militar conjunta.

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