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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Regime sírio diz que 'mísseis inimigos' foram disparados contra posições militares

Observatório Sírio dos Direitos Humanos confirmou os ataques. Autores não foram identificados pelas autoridades do país.


France Presse

O regime sírio disse que "mísseis inimigos" foram disparados neste domingo (29) à noite contra "posições militares" do regime sírio nas províncias de Hama e Aleppo. O anúncio foi feito pela agência oficial Sana, que denunciou uma "agressão" sem identificar os autores.

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Ataque com mísseis na Síria | Reprodução

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), uma ONG que conta com uma ampla rede de fontes em toda a Síria, confirmou os disparos.

A organização assegurou que "elementos iranianos" estariam mobilizados nas duas bases militares atacadas. O Irã apoia o regime de Bashar al-Assad.

O OSDH não soube apontar os responsáveis pelos ataques.

Evacuação de refugiados

A imprensa estatal síria também anunciou um acordo de evacuação do campo de refugiados palestinos de Yarmuk, localizado no sul de Damasco e onde extremistas do grupo Estado Islâmico (EI) estão presentes.

O acordo deve entrar em vigor na segunda-feira e diz respeito "aos grupos terroristas" que serão transferidos para os territórios insurgentes no noroeste da Síria, segundo a agência de notícias Sana.

6 mortos em combates no leste

Uma coalizão curdo-árabe apoiada por Washington enfrentou as forças do regime sírio em combates na região leste do país, que terminaram com seis mortos entre as Forças Democráticas Sírias (FDS), informou a OSDH.

Os combates acontecem na província de Deir Ezzor, rica em petróleo e que já foi controlada pelo grupo Estado Islâmico, expulso da maior parte da região após várias ofensivas.

Esta província foi alvo de uma disputa entre as forças do regime, apoiadas pela aviação russa, e as FDS, com a ajuda da coalizão internacional liderada por Washington.

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