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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Reino Unido acusa Rússia de barrar investigações sobre armas químicas na Síria

O veto da Rússia ao Conselho de Segurança da ONU em uma resolução sobre mecanismos para investigar ataques químicos na Síria foi uma tentativa de bloquear as investigações, disse a primeiao-ministra do Reino Unido em discurso, que será dirigido ao Parlamento nesta segunda-feira (16).


Sputnik

Em 10 de abril, o Conselho de Segurança da ONU (UNSC, na sigla em inglês) não adotou nenhuma das duas resoluções esboçadas pelos russos, e pediu uma investigação sobre o recente ataque químico na cidade síria de Douma, porque os diplomatas da Rússia e dos Estados Unidos usaram o poder de veto de seus países para bloquear os projetos um do outro.


Russian President Vladimir Putin, right, listens to British Prime Minister Theresa May during a bilateral meeting in Hangzhou, China, Sunday, Sept. 4, 2016, ahead of the G20 Leaders Summit.
Thereza May e Vladimir Putin © AP Photo / Alexei Druzhinin

"Houve claramente tentativas de bloquear qualquer investigação adequada, como vimos com o veto russo na ONU no início da semana. E não podemos esperar ainda para aliviar o sofrimento humanitário causado por ataques com armas químicas", disse May.

O primeira-ministra também reiterou a posição de Londres de que o governo sírio era responsável pelo suposto ataque químico na Duma.

"Inspetores da UNSC investigaram ataques anteriores e em quatro ocasiões decidiram que o regime era de fato responsável. Estamos confiantes em nossa própria avaliação de que o regime sírio era altamente responsável por esse ataque e que seu padrão persistente de comportamento significava que ele era É altamente provável que continuem usando armas químicas", disse May.

Na noite da sexta-feira (13), os Estados Unidos, a França e o Reino Unido lançaram ataques a vários alvos na Síria em resposta ao suposto uso de armas químicas em Douma. Os estados ocidentais acusaram as forças do presidente sírio Bashar Assad pelo suposto ataque. O líder sírio negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para investigar a situação.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, os três países dispararam mais de 100 mísseis de cruzeiro e ar-terra, a maioria dos quais foi abatida pela defesa aérea síria. De acordo com Damasco, que alega ter eliminado seus estoques de armas químicas, o ataque danificou a infraestrutura síria e deixou três civis feridos.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou no sábado (que as greves foram realizadas em violação das normas e princípios do direito internacional.

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