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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Reino Unido e EUA dizem que uso de armas químicas não pode ficar sem resposta

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, concordaram que o uso de armas químicas não pode ficar "sem resposta" e ressaltaram a importância de impedir que o regime sírio volte a utilizá-las.


EFE

Londres - Os dois líderes políticos conversaram na noite de quinta-feira por telefone para abordar a última crise na Síria, surgida pelo ataque químico do último sábado, na cidade de Duma, atribuído ao regime de Bashar al-Assad, informou hoje um porta-voz de Downing Street, residência oficial da primeira-ministra britânica.


Donald Trump e Theresa May em foto de 2017. EFE/Shawn Thew
Donald Trump e Theresa May em foto de 2017. EFE/Shawn Thew

"Eles concordaram que regime de Bashar al-Assad estabeleceu um modelo de comportamento perigoso em relação com o uso de armas químicas. Eles acreditam que ser vital que o uso de armas químicas não fique sem resposta e na necessidade de impedir um novo uso de armas químicas por parte do regime sírio", disse a fonte.

"Então eles seguirão trabalhando estreitamente para uma resposta internacional", completou o porta-voz oficial.

Theresa May convocou ontem uma reunião de emergência do governo para avaliar a crise e considerar as opções sobre o possível apoio do Reino Unido a uma eventual operação militar dos EUA contra a Síria.

No final da reunião, o governo acordou em seguir trabalhando com os EUA e França para buscar uma "resposta internacional coordenada" ao suposto ataque químico, segundo fontes oficiais.

A primeira-ministra considera que é altamente provável que o regime sírio seja responsável pelo ataque.

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