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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Reino Unido e EUA dizem que uso de armas químicas não pode ficar sem resposta

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, concordaram que o uso de armas químicas não pode ficar "sem resposta" e ressaltaram a importância de impedir que o regime sírio volte a utilizá-las.


EFE

Londres - Os dois líderes políticos conversaram na noite de quinta-feira por telefone para abordar a última crise na Síria, surgida pelo ataque químico do último sábado, na cidade de Duma, atribuído ao regime de Bashar al-Assad, informou hoje um porta-voz de Downing Street, residência oficial da primeira-ministra britânica.


Donald Trump e Theresa May em foto de 2017. EFE/Shawn Thew
Donald Trump e Theresa May em foto de 2017. EFE/Shawn Thew

"Eles concordaram que regime de Bashar al-Assad estabeleceu um modelo de comportamento perigoso em relação com o uso de armas químicas. Eles acreditam que ser vital que o uso de armas químicas não fique sem resposta e na necessidade de impedir um novo uso de armas químicas por parte do regime sírio", disse a fonte.

"Então eles seguirão trabalhando estreitamente para uma resposta internacional", completou o porta-voz oficial.

Theresa May convocou ontem uma reunião de emergência do governo para avaliar a crise e considerar as opções sobre o possível apoio do Reino Unido a uma eventual operação militar dos EUA contra a Síria.

No final da reunião, o governo acordou em seguir trabalhando com os EUA e França para buscar uma "resposta internacional coordenada" ao suposto ataque químico, segundo fontes oficiais.

A primeira-ministra considera que é altamente provável que o regime sírio seja responsável pelo ataque.

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