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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Risco real: ONU alerta para a crescente ameaça do uso de armas nucleares

A ameaça do uso de armas nucleares continua a crescer, enquanto importantes acordos internacionais sobre segurança coletiva estão sendo violados, disse o vice-secretário-geral e alto representante da ONU para Assuntos de Desarmamento, Izumi Nakamitsu.


Sputnik

"O mundo enfrenta hoje os mesmos desafios que levaram à criação do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), a ameaça do uso de armas nucleares internacionalmente ou não, está crescendo", afirmou Nakamitsu.


Nuclear explosion
Explosão nuclear © Foto : Pixabay

Falando na reunião da sessão preparatória da Conferência de Revisão do TNP, uma cúpula a ser realizada em 2020, ele acrescentou que "esta ameaça, que afeta toda a humanidade, existirá enquanto os arsenais nacionais tiverem armas nucleares".

Nakamitsu ressaltou que a situação geopolítica continua a piorar, enquanto alguns dos acordos mais importantes sobre segurança coletiva estão sendo violados.

"A retórica sobre a necessidade e utilidade das armas nucleares está aumentando, a modernização dos programas dos Estados nucleares leva muitos a caracterizá-la como uma nova corrida armamentista", analisou.

Ele também enfatizou a necessidade de continuar as negociações sobre o controle de armas e o desarmamento antes que o mundo seja incapaz de controlar a criação e o uso de arsenais nucleares.

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