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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Rússia alerta EUA sobre perigo de "desvio" em acordo nuclear com Irã

A Rússia alertou nesta terça-feira sobre o perigo de ocorrer, unicamente no "interesse de alguém", "qualquer desvio, violação ou descumprimento" do acordo nuclear firmado em 2015 entre o Irã e diversos países, em referência clara aos Estados Unidos.


EFE

Genebra - "Qualquer tentativa de emendar esse texto em benefício de alguém afetará o regime mundial de não proliferação (nuclear) e terá consequências muito negativas para a estabilidade e a segurança da região e do mundo", disse o representante russo no comitê preparatório da Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas Atômicas para 2020 realizado em Genebra.


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Vladimir Yermakov | Reprodução

O chefe da delegação russa, Vladimir Yermakov, declarou que o país continuará a cumprir os compromissos assumidos como parte desse acordo - junto com França, Reino Unido, Estados Unidos, China, Alemanha e União Europeia - "desde que os demais também o façam".

O governo de Donald Trump ameaçou sair do acordo e exigiu à UE - que o defende - que pressione Teerã para que sejam feitas modificações que Washington acredita serem necessárias.

"Hoje pedimos a nossos colegas nesta sala para que não se calem com a esperança que a situação será resolvida por si só e que façam esforços claros para preservar o acordo", disse o representante russo.

A Rússia anunciou que apresentará com a China uma proposta de declaração de apoio ao acordo nuclear com o Irã para que seja adotada durante esta conferência.

Yermakov afirmou que o futuro desse acordo influenciará diretamente nos esforços que estão sendo feitos para resolver a ameaça de uma conflagração nuclear na península coreana.

"A violação do acordo com o Irã, sem nenhum motivo e contra a vontade da comunidade internacional, fará um desserviço à confiança em relação à Coreia do Norte de que qualquer potencial acordo futuro será respeitado", afirmou.

Além disso, a Rússia denunciou na mesma sessão a decisão dos EUA de retirar o apoio à ratificação do tratado para proibir os testes nucleares, "criando assim as condições para retomar essas provas".

"Devemos entender que se o exemplo dos EUA fosse seguido por outros Estados cuja ratíficação é requerida para que esse tratado entre em vigor, isso deixaria o caminho livre para uma corrida sem limites de armamento nuclear", alertou Yermakov.

O tratado para proibir os testes nucleares foi assinado por 183 Estados, dos quais 166 o ratificaram, mas para que entre em vigor é necessário que 44 países com capacidade energética e científica nuclear deem este último passo.

Entre os principais países que nem sequer assinaram o tratado estão Índia, Paquistão e Coreia do Norte, enquanto EUA, Israel, Irã e China, entre outros, não o ratificaram. A Rússia completou esse trâmite no ano 2000.

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