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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Rússia: Israel foi o responsável por ataque contra base síria

As autoridades israelenses ainda não confirmaram o incidente, contudo, vários veículos da mídia apontam para a presença de aviões de Israel no local do ataque.


Sputnik

Dois caças F-15 da Força Aérea de Israel realizaram ataques com oito mísseis contra a base síria T-4, comunicou nesta segunda-feira (9) o Ministério da Defesa russo. 


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F-15 Eagle de Israel | Reprodução

"No dia 9 de abril, no período entre as 3h25 e as 3h53, no horário de Moscou [21h25 e 3h53 segundo o horário de Brasília], a Força Aérea de Israel, sem invadir o espaço aéreo da Síria, realizou do território libanês ataques com oito mísseis contra a base T-4. As unidades da defesa antimíssil síria, em combate aéreo, conseguiram abater cinco mísseis", afirmou o ministério russo.

Os militares russos detalharam também que "três mísseis atingiram a parte ocidental da base".

Israel ainda não confirmou as informações, enquanto a mídia libanesa informou que aviões de reconhecimento israelenses foram avistados na área no momento do ataque.

Anteriormente, a agência estatal da Síria SANA comunicou que a base aérea T-4, localizada na província síria de Homs, foi alvo de um ataque de mísseis, apontando suspeitas de envolvimento dos EUA. Contudo, a Casa Branca desmentiu o envolvimento e frisou que, no momento, os EUA não estão realizando operações militares contra a Síria.

O ataque contra a base síria foi levado a cabo um dia depois de os EUA, UE, bem como a Turquia terem acusado o governo sírio de utilizar armas químicas em Ghouta Oriental. Várias mídias, citando fontes militares da área, comunicaram sobre o alegado ataque com cloro gasoso, o que, supostamente, resultou na morte de dezenas de civis.

Damasco vem negando todas as acusações, afirmando ter avisado que os radicais na área estavam planejando provocações com o uso de armas químicas.

A Rússia e o Irã condenaram as acusações, divulgadas por controversas organizações não-governamentais como os Capacetes Brancos, que já estiveram envolvidos na falsificação de relatórios, qualificando estas acusações como infundadas.

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