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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

'Se acabou o tempo de nos atacar e de fugir', diz líder supremo do Irã

"Se acabou o tempo de nos atacar e de fugir. Seus ataques serão respondidos com ataques", avisou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando os bombardeios efetuados na Síria no domingo (29), informou o jornalista israelense Amichai Stein.


Sputnik

Além disso, o líder supremo iraniano declarou que "onde quer que Washington entre, cria instabilidade e traz miséria às pessoas e, por isso, os EUA devem se retirar do Sudoeste Asiático; os EUA devem abandonar essa região". 


Líder supremo iraniano, Ali Khamenei
Aiatolá Ali Khamenei © AP Photo/ Sem credencial

Na noite do domingo (29) a agência síria Sana citou uma fonte militar que confirmou "uma nova agressão com mísseis inimigos" cujo alvo foram posições militares em Hama e Aleppo.

Segundo algumas fontes, o ataque casou a morte de vários militares iranianos e Israel poderia ter estado por trás de ataque, embora não exista confirmação oficial dessa suposição.

No domingo, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, disse que o país irá manter sua "liberdade de operação" na Síria.

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