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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Se Lula (PT) se candidatar será necessária intervenção militar, diz general da reserva

O general de exército da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, disse em entrevista publicada nesta terça-feira (03) que se o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitar o habeas corpus pedido pelo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será necessária a intervenção militar.


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"Se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever da Força Armada restaurar a ordem. Mas não creio que chegaremos lá", disse ao jornal O Estado de S.Paulo.


Lula da Silva é visto durante uma reunião do PT em 13 de julho de 2017 em São Paulo
Lula (PT) © AP Photo/ Andre Penner

Lessa afirmou que o STF estará agindo como "indutor" da violência entre os brasileiros, "propagando a luta fratricida, em vez de amenizá-la".

"O que querem no momento é abdicar da Justiça e fazer politicagem na mais Alta Corte do País", completou.

Lessa foi comandante militar do Leste e da Amazônia e presidiu o Clube Militar. Ele já havia se manifestado a favor da intervenção militar em entrevista na semana passada à Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre.

"Vai ter derramamento de sangue, infelizmente é isso que a gente receia." E acrescentou que essa crise "vai ser resolvida na bala", reiterou na ocasião.

Em nota enviada ao Estado de S.Paulo, o Exército disse que as declarações do general de exército da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa representam a "opinião pessoal" dele.

"O Exército brasileiro pauta sua atuação dentro dos parâmetros legais balizados pela Constituição Federal e outras normas que regem o assunto", escreveram.

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