Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Secretário de Estado dos EUA enfatiza necessidade da unidade do Golfo contra Irã

O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, enfatizou a necessidade de unidade entre os aliados do Golfo durante uma breve visita a Riade, neste domingo, enquanto Washington pretende reunir apoio para novas sanções contra o Irã.


Por Lesley Wroughton e Sarah Dadouch | 
Reuters

RIAD - Pompeo assegurou à Arábia Saudita que os Estados Unidos abandonariam o acordo nuclear de 2015 com o Irã, alcançado pelo antecessor do presidente Donald Trump, a menos que conversas com parceiros europeus produzam melhorias para garantir que a República Islâmica nunca possua armas nucleares.


Resultado de imagem para Mike Pompeo
Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo | Reprodução

“O Irã desestabiliza toda a região. Apóia milícias e grupos terroristas. É um traficante de armas para os rebeldes Houthi no Iêmen. Também apóia o assassino regime de Assad (na Síria)”, disse ele em declarações conjuntas com o ministro das Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir.

“A união do Golfo é necessária e precisamos alcançá-la.”

Pompeo também abordou a divisão entre o Catar e seus vizinhos, dizendo a repórteres após deixarem Riade: “Estamos esperançosos de que eles, a seu modo, descubram como acabar com a disputa entre eles”.

A Arábia Saudita, juntamente com os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito, cortou relações de viagens e comércio com o Catar em junho passado, acusando-o de apoiar o terrorismo e o arqui-rival Irã do outro lado do Golfo.

Doha negou as acusações e disse que os três países do Golfo querem reduzir sua soberania. De sua parte, o Irã nega apoiar o terrorismo ou ter procurado desenvolver armas nucleares.

Os Estados Unidos, que têm bases militares tanto no Catar quanto em alguns dos países alinhados, estão tentando mediar a disputa do Catar. Trump ficou ao lado dos sauditas e dos Emirados no começo da crise, mas agora está pressionando por uma resolução para manter uma frente unida contra o Irã.

Altos funcionários do Departamento de Estado disseram que Pompeo, em discussões com líderes sauditas, discutirá o comportamento do Irã na região e pedirá sanções para conter seu programa de mísseis balísticos, um sentimento ecoado por seu homólogo saudita.

O movimento armado Houthi do Iêmen disparou mais de 100 mísseis contra a Arábia Saudita, o mais recente subterfúgio que matou um homem no sábado, na província de Jizan, no sul da Arábia Saudita.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas