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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Secretário de Estado dos EUA enfatiza necessidade da unidade do Golfo contra Irã

O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, enfatizou a necessidade de unidade entre os aliados do Golfo durante uma breve visita a Riade, neste domingo, enquanto Washington pretende reunir apoio para novas sanções contra o Irã.


Por Lesley Wroughton e Sarah Dadouch | 
Reuters

RIAD - Pompeo assegurou à Arábia Saudita que os Estados Unidos abandonariam o acordo nuclear de 2015 com o Irã, alcançado pelo antecessor do presidente Donald Trump, a menos que conversas com parceiros europeus produzam melhorias para garantir que a República Islâmica nunca possua armas nucleares.


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Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo | Reprodução

“O Irã desestabiliza toda a região. Apóia milícias e grupos terroristas. É um traficante de armas para os rebeldes Houthi no Iêmen. Também apóia o assassino regime de Assad (na Síria)”, disse ele em declarações conjuntas com o ministro das Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir.

“A união do Golfo é necessária e precisamos alcançá-la.”

Pompeo também abordou a divisão entre o Catar e seus vizinhos, dizendo a repórteres após deixarem Riade: “Estamos esperançosos de que eles, a seu modo, descubram como acabar com a disputa entre eles”.

A Arábia Saudita, juntamente com os Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Egito, cortou relações de viagens e comércio com o Catar em junho passado, acusando-o de apoiar o terrorismo e o arqui-rival Irã do outro lado do Golfo.

Doha negou as acusações e disse que os três países do Golfo querem reduzir sua soberania. De sua parte, o Irã nega apoiar o terrorismo ou ter procurado desenvolver armas nucleares.

Os Estados Unidos, que têm bases militares tanto no Catar quanto em alguns dos países alinhados, estão tentando mediar a disputa do Catar. Trump ficou ao lado dos sauditas e dos Emirados no começo da crise, mas agora está pressionando por uma resolução para manter uma frente unida contra o Irã.

Altos funcionários do Departamento de Estado disseram que Pompeo, em discussões com líderes sauditas, discutirá o comportamento do Irã na região e pedirá sanções para conter seu programa de mísseis balísticos, um sentimento ecoado por seu homólogo saudita.

O movimento armado Houthi do Iêmen disparou mais de 100 mísseis contra a Arábia Saudita, o mais recente subterfúgio que matou um homem no sábado, na província de Jizan, no sul da Arábia Saudita.

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